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Olha só! A Brahma utiliza o mesmo conceito (“desce redondo”) da Skol no Brasil para divulgar sua cerveja no exterior.

Tuitado pelo meu amigo Casemiro Moraes.

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Mídia deve ser usada para construir a marca. E pode ajudar muito, como nessa ação do Toyota Prius, feita pela Saatchi&Saatchi LA, onde as pessoas utilizam o celular para interagir com o painel. Envolvente e bacana.Via Lá Fora.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Outdoor on line“, posted with vodpod

 

Pode parecer tosco. Mas é sincero. Um valor importante para todas as marcas e claramente transmitido nesses comerciais da Grã Filé. Além da preocupação com a excelência do produto.

Vejam todos, é rapidinho e vale a pena. “E desculpe qualquer coisa”.

Via Bla.

Um exemplo de como a comunicação pode atrapalhar a construção da marca.

Depois dizem q os gestores de marca pegam no pé.

Via CCSP.

Um bom exemplo de como construir a partir dos equities.

A Sony acaba de lançar seu novo slogan: make.believe

À medida que caminhamos para uma transformação, integrando o que há de melhor em eletrônicos, entretenimento e tecnologia aos lares de nossos clientes, a importância de uma imagem da marca unificada é mais presente do que nunca“, afirma Howard Stringer, CEO e presidente mundial da Sony.

Além de reforçar o espírito inovador de nossos funcionários e produtos, a assinatura make.believe nos diferenciará dos concorrentes e inspirará consumidores em todo o mundo a compreender o que é a Sony“, completa.

Achei muito de acordo com a marca. “Make” de transformação, realização dos projetos. “Believe” é a imaginação, a idéia. E o ponto é a integração entre inspiração e criatividade que virará realidade. Fazer acontecer, cada vez  é mais relevante. E a Sony acaba de apropriar-se disso.

Agora eu me pergunto: seria isso um slogan, um tagline ou uma assinatura?

Mesmo tratando-se da Sony, vamos aguardar a entrega.

Mais aqui, no Techlider.

Finalmente, apesar de um ano depois, o Walmart vira a chave no Brasil e lança sua nova marca para o público. Juntamente com uma nova campanha.

Apesar de ser lançada antes no exterior, no Brasil me parece muito uma resposta ao lançamento da nova marca do Pão de Açúcar.

A nova marca é um trabalho da Lippincott, de Nova York. Infelizmente não encontrei a informação sobre a campanha.

“84% das propagandas são desperdício de dinheiro”. (4° tweet abaixo)

wolftuíter

Por isso que se movimentam para reinventar-se.

A propaganda mostra que está se reinventando, para passar de coadjuvantes a desenvolvedores no processo de construção da marca. Que as agências de design parem de olhar para o próprio umbigo.

Indicação Rafa Campoy

A Apple não melhorou somente a interface do usuário com a tecnologia. Influenciou em todo mercado, incluindo a comunicação. Esses anúncios do Windows Vista são o melhor exemplo.

Muito obrigado, Apple.

Mais aqui.

O Burger King fechou patrocínio com o clube espanhol Getafe para a temporada 2009/2010 e arrumou uma maneira criativa de evitar não aparecer numa comemoração de um gol: estampou o rosto do garoto propaganda na parte de dentro da camisa. Para qualquer problema existe uma saída criativa. É só pensar.

From MMonline

O “Bradescompleto” mudou o mote de sua comunicação para “Presença”. Eu sinceramente gostava mais do outro, ou estava acostumado.

De qualquer forma, a minha percepção é que, mesmo sendo a marca mais valiosa do país segundo alguns rankings, o Bradesco ainda está muito atrás do Itaú e do Banco Real nos quesitos comunicação e marca. Outros eu não tenho como avaliar.

+infos

Esse é um trabalho da Big Ant para a Global Coalition for Peace. Posted by @rodrigoconde via Twitter. Uma forma criativa de passar essa importante mensagem. Incrível.

global coalition

Mais aqui.

Se alguém lhe disser a frase “você conhece, você confia” provavelmente será lembrada a marca VW – q usou esse slogan durante muito tempo em suas campanhas. A maioria dos compradores de carro tem a percepção que um carro VW é um produto que tem boa qualidade, baixa manutenção e facilidade na revenda (coisa de véio isso!).
Essência, atributos e posicionamentos não são tão maleáveis assim como uma campanha publicitária. Na propaganda é necessário criar hits sempre que possível, ela é o que constrói a imagem. Marca é DNA, é o que ela é e pronto.
Achei esse exemplo, diretamente da Espanha, que deixa claro que o atributo ‘qualidade’ é algo que acompanha a marca Leche Pascual desde os anos 80. Um excelente exemplo pra mostrar que aquilo que está no DNA deve ficar. E coloca a propaganda no importante papel de disseminar esses conceitos. Curtam os vídeos:

80’s:

2009:

Será que as marcas são fiéis a nós como elas desejam que nós sejamos fiéis a elas?
Por Carlos Pitchu

Quando fiz 18 anos, minha primeira conta bancária foi no Banco Nacional. Eu lembro que ganhei um boné igual ao do Ayrton Senna, meu ídolo na época. A ligação do Nacional com o Senna era algo mágico que me tornava fiel ao banco.

Passado pouco tempo, o Nacional foi comprado pelo Unibanco. Paralelo a isso, veio o acidente fatal com o meu ídolo. De uma hora pra outra foi-se o Ayrton e veio o banco dos Moreira Sales.

Infelizmente, minha experiência com o Unibanco foi diabólica. Tudo dava errado naquele banco. As tarifas eram injustas e o atendimento pecaminoso.

Foi daí que decidi partir para um banco com uma proposta mais personalizada. Escolhi o Bank Boston. A decisão foi acertada. Me identifiquei com o banco.

Tudo parecia bem, quando o Itaú comprou o Bank Boston. Me senti traído. De uma hora pra outro sofri uma espécie de “downgrade”.

O Itaú me intitulou “Personnalite” e aos poucos, dentro de seus limites, conseguiu me fidelizar.

Mais uns anos se passaram e eis que eu dou de cara com o Unibanco novamente. Não mais que de repente o Itaú se funde com o pior serviço bancário que experimentei na vida. O meu banco escolheu o banco que não escolhi para escolhe-lo. É mais ou menos isso.

Essa história irônica me faz pensar que as marcas investem pesado para fidelizar os seus clientes, mas não se preocupam nem um pouco em serem fiéis a eles, configurando uma troca desequilibrada que a médio prazo não costuma render bons frutos.

Agora, não sei se fico no NacionalBostonItaunibanco ou mudo para o SantanderBanespaReal. Ou quem sabe encaro logo um Bradescão.

Enquanto eu não decido o que fazer, o meu boné do Banco Nacional segue na minha prateleira, o Ayrton Senna no céu e eu involuntariamente no Unibanco.

………..

Ótimo texto de Carlos Pitchu que, juntamente com James Scavone, mantém aquele brilhantismo que tanto cobro da comunicação tupiniquim na Agência Salve. Salve!