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Encontrei esse comparativo na internet por acaso. Achei legal e replico aqui.

Via Ex Vertebrum.

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Quem foi que inventou que pessoas com menor poder aquisitivo são obrigadas a interagir apenas com produtos e/ou marcas de baixa qualidade?

Ver que a propaganda (ainda!) utiliza isso como verdade é assustador. Não importa (acredito q nunca importou) quem terá contato com um produto (leia-se serviço tb), ele precisa ser bem projetado, com uma marca e um posicionamento relevante para o público, uma experiência de marca envolvente e ter uma comunicação atraente, que consiga expor os atributos. Eu humildemente acho q nenhum ponto citado nesse parágrafo refere-se a coisas ruins, de má qualidade ou mal feitas.

Assistimos hoje a ascensão (mais que declarada na imprensa) da chamada “classe C”. Graças ao crescimento e fortalecimento econômico do nosso país, vivemos um momento onde o poder de compra está disponível – financiamento e crédito fácil ajudam muito isso – praticamente para quem quiser. Várias empresas apostam na manutenção de sua principal marca e na criação de uma marca mais popular, com preço mais competitivo no varejo. A Whirlpool faz isso com a Cônsul, as multimarcas Unilever e Procter tb tem as suas, como Brilhante e Pop no segmento de sabão em pó, por exemplo. As grandes empresas do setor imobiliário utilizaram esse formato, a Cyrela criou a Living e a Gafisa adquiriu a Tenda, para atender essa importante demanda. Até a Fiat declara ter a intenção de lançar uma marca com esse foco.

As grandes redes de varejo são os maiores exemplos da tosquice na hora de falar com quem mais interessa. Não dá pra falar que é agradável para quem está na frente da TV, sem distinção, assistir entre seus programas prediletos: “o preço melhor ninguém faz”, ou as redes de supermercados com aquelas imagens de carne crua (e tablóides que invadem as varandas – Panfletagem Não!), ou ainda o visionário octogenário Samuel Klein fora do seu merecido descanso. E o que são aqueles benditos merchandising em programas de auditório? E as propagandas de tratamento odontológico? Entre tantas outras coisas, como a própria programação da TV e as revistas entupidas de anúncios.

A maioria disso tudo não tem como base uma construção sustentável de marca, com uma plataforma relevante e atributos que estão no DNA para reger todos os pontos de contato da marca. Pelo contrário, é a busca pelo efeito imediato. Pela venda já. “É só amanhã mesmo!”. É como construir uma casa sem alicerce, tende sempre a cair.

É importante ressaltar que no contexto atual do mercado temos mais pessoas consumindo mais. E voltamos justamente ao cerne da questão: se são realmente tão importantes, porque oferecê-los produtos, marcas e, principalmente, uma comunicação de baixa qualidade?

É possível uma marca popular não ser popularesca. É possível não gritar na guerra da concorrência, e ser competitivo. As lojas de departamento, como C&A e Renner, iniciaram essa caminhada. Já notaram q estão em um universo onde todos tem acesso às últimas tendências. A espanhola Zara ganhou notoriedade justamente por dar, a preços razoáveis, acesso ao mundo da moda. No meio de tantas possibilidades, pra que apelar?

From CHMKT.

“O PSFK lançou um estudo bem interessante, chamado Good Brands Report of 2009, que traz a lista das 10 melhores marcas de 2009.

As escolhidas, diz o site, não são apenas as marcas mais conhecidas atualmente, mas empresas que são exemplos em inovação, consciência ambiental e políticas sociais. Um fato que me chamou a atenção é que, dos 100 maiores anunciantes de 2008, nenhum obteve um lugar no ranking.

A pesquisa foi feita com mais de 100 profissionais de mídia, tecnologia e publicidade que fazem parte da Purple List – uma comunidade que reúne diversas “mentes brilhantes” do mundo todo.

O estudo, que pode ser visto na íntegra no final do post, trouxe alguns pontos bem relevantes, como as principais lições que devemos aprender com cada marca. Portanto, ao invés de levantar polêmicas ou questionar a metodologia, vale a pena dar uma olhada nesse material, pois são, indiscutivelmente, grandes marcas que realmente tem muito a nos ensinar. Confira logo abaixo:

1 – Google – Experimente rapidamente, aceite o erro

2 – Apple – Todo aspecto da marca deve ser tão bom quanto o produto.

3 – Zipcar – Pare de vender produtos, comece a vender serviços.

4 – GOOD Magazine – Estabeleça a pauta e deixe os consumidores espalharem a conversa.

5 – Amazon – Identifique partes do seu negócio que podem ser ofericidas como serviços adicionais.

6 – Facebook – Crie o playground e deixe seus consumidores definirem a sua oferta.

7 – Virgin – Pense grande, pense pequeno. Maravilhe os consumidores com a sua audácia, agrade-os com a sua atenção aos detalhes e serviços.

8 – Twitter – Mantenha-se flexível, permita que o seu público dite como seus serviços e produtos são usados.

9 – IKEA – Tenha uma visão mais ampla da experiência de compra, tornando cada passo durante o caminho da compra mais simples e mais prazeroso.

10 – Skype – Obtenha escala com um produto grátis, ganhe dinheiro com seus serviços premium.”

Para baixar o estudo, é só clicar aqui.