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Duas empresas fizeram uma mudança silenciosa, mas interessante, de suas marcas.

A rede de fast food Spoleto, famosa por suas massas customizadas, trouxe para o logo a característica frigideira q os chefs usam para preparar os pratos. Interessante. Foi uma evolução suave desenvolvida pela carioca Packaging Brands.

Marca antiga

Nova marca

A tradicional fabricante de meias Lupo trouxe para sua marca, aparentemente, o formato da meia. Essa mudança acontece exatamente no momento em q a empresa começa a investir em materiais esportivos. Acho q a marca deu uma boa revitalizada, mas talvez nem precisasse tanto. Ainda não tenho informação da empresa responsável pelo projeto. Caso eu encontre, atualizarei o post.

Marca antiga

Nova marca

Não consegui detectar nenhuma mudança de posicionamento. Isso só veremos com o tempo e a experiência da marca. Como já disse várias vezes, não pode apenas ser uma simples alteração da identidade visual, tudo isso deve vir envolvido por uma mudança de atitude.

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Um novo nome e uma nova marca. É assim q a (agora extinta) Visanet entra no mercado de operações de crédito. Antes reconhecida pela prestação de serviço para a bandeira Visa, agora posiciona-se para brigar no mercado com a portabilidade das operações. E é um posicionamento ousado: “o céu é o limite”.

A mudança de nome foi providencial e, a partir da estratégia da marca, muito bem criado. Simpático. Redecard é mais concreto, Cielo bem mais abstrato. (ATUALIZAÇÃO: 23/11 – 17H47 >> “Cielo”: céu em italiano).

Na minha opinião, a nova marca ficou interessante, muito focada, porém, na questão da tecnologia. Poderia ser um pouco mais envolvente e próxima, já q estamos falando de uma experiência para o ponto de venda. Mas fica evidente o movimento, o ciclo q é o varejo.

Um bom trabalho da Future Brand, já na mídia em campanha criada pela Y&R.

Case show de bola criado pela À La Carte, do meu amigo e figuraça Danilo Mandari. Eles fizeram todo projeto da marca, abrangendo Naming, Linguagem, Arquitetura, Posicionamento e Identidade, além de diretrizes para Experiência.

Vale lembrar q o produto é o primeiro corante a frio do mercado brasileiro. Muito bom!

A marca de carros de luxo Cadillac altera sua marca.

Uma mudança um tanto quanto sutil. Porém com ar mais contemporâneo.

Minha percepção é que ela “respira” mais.

Via BrandNew.

Falando em Interbrand (e em marca já lançada), lembrei da marca Fibria – criada a partir da fusão das marcas Aracruz e VCP.

fibria

A fusão de empresas é uma tendência cada vez maior em nosso mercado q, em uma economia crescente e estável, concentra-se em grandes grupos.

Gostei muito do nome. Apesar de saber q não é unânime entre os profissionais de branding, acho q expressa muito bem o negócio da empresa.

A solução gráfica, na minha visão, ficou bem aquém do que oferecerá essa nova companhia. Era possível ousar mais nesse movimento que, por si só, já é ousado.

A rede espanhola DIA, administrada pelo Carrefour, reformulou sua marca recentemente.

Um pouco atrasado, mas vale o post.

Ganhou uma tipografia mais proprietária e mais destaque para o símbolo.

Trabalho da Interbrand.

Via Cidade dos Logos.

A famosa franquia de aluguel de automóveis alterou sua marca. Achei (muito) mais próxima.

Sumiram os ângulos retos e a sombra (ou seria outline?) datada.

Eu, q adoro tipografia, gostei muito da ligação entre as letras “rtz”.

Agora como será q ficará o decodificador? ‘Car Rental’ é gringo demais, já que vai mudar a marca.

Via Brandnew.

Um case antigo (abril 2009) que eu gosto muito. A Avid é uma empresa reconhecida pelos seus equipamentos para edição audiovisual.

Notem que a marca forma alguns símbolos usados nesse meio: volume para cima, para baixo, forward, play.

Antes

Antes

Depois

Depois

Via Identityworks.

O grupo que controla, entre outros negócios, a famosa cadeia de hotéis Hilton, mudou sua marca e seu decodificador tb. Antes a empresa com ranso familiar (até no nome), passa a sinalizar profissionalização ao ter como referência de seu nome a palavra “Worldwide”.

Eu prefiro sem o efeito para dar volume.

ATUALIZADO (02/10/09 às 12h20): imagem da aplicação.

Trabalho da Landor.

Via Brand New.

A Nickelodeon mudou sua marca. Uma boa mudança. Uma bela evolução.

É perceptível que a marca antiga tinha muito mais apelo visual na tela (da TV). Como o canal, hoje, abrange muito além da tela, acho muito pertinente a alteração. A única coisa q eu ainda acho ruim é o nome, que poderia adotar o apelido “Nick”.

ATUALIZAÇÃO 05/10 ÀS 16H10: MARCAS ANTIGAS DO CANAL VIA LOGOBR.

Via Brand New.

Não, não estamos falando de culinária. Falamos de um produto improvável: arroz de pato – não entendi direito se é alimentação para o animal ou para uso doméstico. Mas isso nem vem ao caso. Falamos de um produto q muitas vezes seria visto como sem necessidade de um esforço de marca ou comunicação. A empresa que produz tb vem de um país fora do circuito conhecido: Vietnã. E o que temos é um resultado fantástico na concepção da embalagem.

Perceba que a tipografia forma um pato. Uma equação nada convencional (produto x local) com um resultado magnífico.

Um exemplo (principalmente para o mercado nacional) de q é necessário acreditar, sempre surpreender e que a oportunidade depende mais da gente do que de outros fatores. Parabéns ao designer Scott Lambert pelo belíssimo projeto.

Via Lovely Package.

Não sei se alguém tem dúvida disso. Uma marca pode ter um bom posicionamento, uma identidade corporativa inspiradora e relevante, uma comunicação que consegue entregar todos atributos, mas se não tiver um bom produto não adianta. As pessoas não querem saber de produtos ruins.

Temos vários exemplos e o q me fez escrever sobre isso foi justamente uma das marcas que me dá mais calafrios, a Fokker.

A empresa, pioneira da indústria aeronáutica, construiu aviões para a 1ª Guerra Mundial. Ficou famosa pelo modelo DR1, com metralhadoras frontais – tendo o lendário Barão Vermelho como piloto.

Porém, a percepção que todos temos sobre a marca ainda é de tristeza. E de acidentes causados a partir de falha mecânica. Um acidente aéreo desgasta não apenas a imagem da fabricante da aeronave, mas também da companhia aérea, do governo local e (pq não?) da classe de pilotos e comandantes.

A TAM, companhia que utilizava os modelos da empresa holandesa, trocou toda sua frota a partir dos acontecimentos trágicos. Hoje, no Brasil, a Ocean Air utiliza o Fokker 100 em seus trechos.

E justamente hoje um avião Fokker 100 realizou um pouso de emergência na cidade alemã de Stuttgart. Mais uma ocorrência com aviões da marca, adquirida pela Stork em 1996.

Na minha humilde opinião, ao perceber o problema, a empresa deveria ter recolhido de circulação (ou substituído) os modelos. O que evitaria mais desgaste para a marca e menos perigo para a humanidade. O q (acredito eu) poderia resgatar um pouco de seu prestígio.

Existem vários exemplos de produtos que prometeram, não entregaram e comprometeram sua marca. Me lembro de alguns exemplos no Brasil como Seven Up, Cherry Coke, KFC, entre outras.

Premissa básica: um produto q não entregue (a marca sozinha não fará isso) está fadado ao fracasso. Da mesma forma q um produto não sobrevive sem uma marca relevante, uma marca não sobrevive sem um bom produto.

O Memorial 11 de Setembro (National September 11 Memorial & Museum at the World Trade Center) simplificou o nome e mudou a marca.

Agora utiliza apenas a data (em formato americano), seguido do descritivo: 9/11 Memorial.

Acredito que da forma que os New Yorkers já tinham-no apelidado.

Trabalho da Landor NY. Via Brand New.

A rede francesa Carrefour fez algumas alterações em sua tradicional marca.

Uma suave alteração no símbolo, trocando as pontas por formas mais arredondadas. Explicitou o “C”, muitas vezes invisível em seu símbolo, trazendo-o para sua tipografia, que tb ficou mais leve. As cores, que já estavam datadas, foram mantidas, mas ganharam tons mais contemporâneos.

A linguagem visual apresentada deixa claro que o símbolo estará mais presente no comunicação.

Primeiro foi o Walmart, depois o Pão de Açúcar, agora o Carrefour.

As grandes redes do varejo perceberam que é necessário estar mais próximo das pessoas. E q a identidade corporativa é parte importante disso.

Via Brand New.

A Aquarius Fresh – água com sabor da Coca Cola – remodelou-se por completo. Nova marca, novos sabores, novas embalagens.

Achei uma ótima diferenciação frente à grande concorrente: H2OH!

“A antiga Aquarius Fresh conquistou consumidores ávidos por novidades. Com o relançamento do produto, esperamos quebrar mais um paradigma. Quando olhamos para a gôndola de bebidas levemente gaseificadas, de baixa caloria, o que vemos são um monte de garrafas esverdeadas, sem personalidade e sem diferenciação. Nossa proposta é inovar”, explica John Pinto, diretor de Marketing de Novas Bebidas da Coca-Cola Brasil.

From Portal da Propaganda.

Fantástico esse trabalho da Saffron para um centro de conveniência inglês – posto de gasolina com serviços adicionais.

Como disse meu “cumpadi” André Electo ao me indicar o projeto: “acho q ninguém surpreende tanto quanto a Saffron”. Concordo.

Um trabalho magnífico que conseguiu aliar um “nome simples, de fácil entendimento e que pode ser entendido em qualquer idioma”, com um símbolo “versátil, fácil de ser reconhecido, vivo e que traduz o espírito da marca” e uma “arquitetura que inova no conceito de ‘station market'”.

Mais aqui. Não deixe de visitar.

Finalmente, apesar de um ano depois, o Walmart vira a chave no Brasil e lança sua nova marca para o público. Juntamente com uma nova campanha.

Apesar de ser lançada antes no exterior, no Brasil me parece muito uma resposta ao lançamento da nova marca do Pão de Açúcar.

A nova marca é um trabalho da Lippincott, de Nova York. Infelizmente não encontrei a informação sobre a campanha.

Já faz um tempinho e nem comentei aqui.

Aparentemente como parte de uma ação, o Gatorade mexeu na marca e nas embalagens.

Na marca, ficou clara a busca por um ícone proprietário. Nas embalagens, tudo ficou mais limpo e anatômico.

From Brainstorm#9

A propaganda mostra que está se reinventando, para passar de coadjuvantes a desenvolvedores no processo de construção da marca. Que as agências de design parem de olhar para o próprio umbigo.

Indicação Rafa Campoy

Sabemos que o mercado de fast foods vem perdendo cada dia mais espaço para restaurantes que oferecem opções mais saudáveis. A Pizza Hut, que no Brasil conseguiu decolar em pouquíssimas cidades (e olhe lá), resolveu se mexer e mudar a marca. E o nome tb.

Adotou o “The Hut”, como é conhecida pelos americanos. E deixou a marca um pouco menos funny.

Eu sinceramente não gostei, porque não vejo personalidade nenhuma. Não há uma evolução ou uma busca por algo diferente. É o mais do mesmo. Além de muito americanizada.

Acho muito bom quando as empresas se mexem. Em tempos pós modernos, o que podemos ver são empresas extremamente conservadoras (salvo algumas raras exceções).

O Pão de Açúcar, que já havia mudado seu posicionamento de comunicação, agora altera sua marca. Acho ótimo pelo movimento, apesar de uma alteração um tanto sutil – mas até q ponto dava pra mudar muito sem perder a essência?