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Sim, a marca da borboleta evoluiu.

Particularmente gostei muito da solução na tipografia. É mais próxima e muito mais proprietária.

A linguagem visual do site ficou mais amigável.

Agora o símbolo (a borboleta) certamente será um tema polêmico. Eu acho uma boa alteração. Ficou mais autêntica.

Ainda não descobri de qual empresa é o projeto. Atualizarei assim q tiver a informação correta.

Via Brand New.

Nova marca criada pela Cauduro Associados. Mudaram os nomes ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) e ANDIMA (Associação Nacional do Mercado de Capitais) para Anbima, que sai da caixinha das siglas para adotar um nome simples e abstrato.

Novo

Antigas

Eu gostei bastante da linguagem visual aplicada.

Via Identity Works.

Nova identidade da Telkon Indonesia.

Melhor, sem dúvida.

Via Brand New.

Um bom exemplo desse segmento q nem sempre preocupa-se em cuidar de sua identidade corporativa.

Antiga

Antiga

Nova

Nova

Achei bacana a simplicidade da mensagem na marca. Quando vi a conceituação, ficou meio nojenta.

Conceituação: fluxo sanguíneo

Conceituação: fluxo sanguíneo

Apesar disso, funciona muito bem como linguagem visual.

Um bom case para inspirar médicos, clínicas especializadas, hospitais e até planos de saúde (uma pena q, em nosso país, os problemas da saúde ainda sejam mais profundos).

Via Identity Works.

Feita pela Siegel+Gale, a Pfizer fez uma pequena evolução em sua marca.

Além de um azul mais contemporâneo, a forma sugere um efeito 3D. Seria a adoção de sua famosa pílula azul na marca?

Antiga

Nova

Nova

Mudança na identidade da New Zeland Telecom.

Muito mais simpática e próxima das pessoas, a identidade foi criada pela Designworks.

Mesmo com os tão criticados efeitos (brilho, gradiente, glow, ou como quiser chamar), é uma evolução significativa.

Via Brand New.

Nova identidade do Symbian, feita pela Landor. Vale assistir o vídeo.

Eu, adepto do iPhone, quase troquei de celular imediatamente. Show de bola.

Case interessante da identidade corporativa dessa operadora de celular na Índia, ligada ao grupo Tata (é, aquele dos carrinhos).

Projeto da Wolff Olins com uma linguagem visual bem interessante.

Via Brand New.

Via Lovely Package.

Sensacional esse produto inglês. Simples azeitonas de nome Olove (trocadilho com azeitona em inglês, Olive, e a palavra amor, Love). Embalagens e identidade visual alinhadas. Realmente envolvente. Mostra q, independente do segmento do cliente, qualidade é sempre indispensável.

Via Lovely Package.

Dois exemplos que não precisavam ser alterados dessa forma. Tentativas de evolução onde as marcas ficaram sem personalidade.

Via Brand New.

Fantástico esse trabalho da Saffron para um centro de conveniência inglês – posto de gasolina com serviços adicionais.

Como disse meu “cumpadi” André Electo ao me indicar o projeto: “acho q ninguém surpreende tanto quanto a Saffron”. Concordo.

Um trabalho magnífico que conseguiu aliar um “nome simples, de fácil entendimento e que pode ser entendido em qualquer idioma”, com um símbolo “versátil, fácil de ser reconhecido, vivo e que traduz o espírito da marca” e uma “arquitetura que inova no conceito de ‘station market'”.

Mais aqui. Não deixe de visitar.

Londres passa por uma crise de identidade, como é possível verificar abaixo:

Por isso, resolveu fazer uma reformulação. Quem quiser participar da concorrência, mais infos aqui.

Algumas propostas aqui.

Como é fácil de perceber em outros posts, minha percepção é que o empresariado brasileiro é demasiadamente conservador. E acaba responsável pela morte de boas idéias. Dois cases que me chamaram a atenção justamente pela ousadia foi a mudança de marca da RTVE – Radio e Televisón Española – e da Pepsi.

A Pepsi citada em post anterior, sobre a guerra das marcas, tem na veia essa vocação de estar sempre a frente. Além da questão dos ataques constantes ao concorrente Coca Cola e da meritocracia adotada em sua operação nacional (via Ambev), ainda tem os lançamentos do refrigerante com limão Pepsi Twist, do refrigerante com energético Pepsi X, do pseudo refrigerante H2OH, entre outros. Agora lança sua nova identidade visual.  Moderna, próxima dos consumidores, viva. A cara da empresa.

A RTVE não é um caso que eu conheça profundamente. Não sei qual estratégia e qual a imagem que eles tem no país de origem. Também não sei como querem se posicionar. Mas acredito que uma empresa que se propõe a tratar de informações e entretenimento (tv e rádio basicamente) necessariamente precisa estar alinhada com o que há de mais moderno, seja em seu posicionamento, na sua atividade diária ou na sua identidade visual. Esse é um caso de evolução – em que grande parte das redes de tv brasileira precisavam se inspirar.

https://i2.wp.com/www.cidadedoslogos.com/images/news/logotipos_rtve.jpg

Seja na evolução ou na revolução, o importante é que atualmente é muito difícil encontrar cases tupiniquins brilhantes. Ousados. Aí não podemos reclamar quando empresas como a ‘Oi’ ou a ‘Vivo’ leva a criação da sua marca para fora do país. Capacidade nós temos. Porque está perdida?

Um dos formatos mais comemorados no design atual é, sem dúvida, o moving brands. Traduzindo, as marcas com movimentos.

Marcas são orgânicas e por isso permite que seus formatos sejam mutáveis, adaptáveis ou dinâmicos.

Os maiores exemplos de marcas que utiliza desse tipo de artifício são da empresa britânica chamada justamente Moving Brands. Tive a oportunidade de conhecer o trabalho de perto e posso afirmar que muito mais que o conhecimento técnico, o engajamento no processo é algo que faz muita diferença para eles. Além de apostar geralmente em soluções geniais. Como esse vídeo da Swisscom indicado por meu amigo Roger Oddone, também entusiasta do movimento nas marcas:

Tudo isso me faz pensar se os profissionais brasileiros teriam condições (leia-se culhões) para propor algo dessa forma para uma marca relevante no mercado.

Criar algo que faria uma grande diferenciação no mercado parece longe do que vemos atualmente. E não falo somente pelos profissionais de design, mas pelo conservadorismo que se faz presente no empresariado. Ousar parece demais. Mas é justamente a diferença entre o bom e o brilhante.