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A escassez de tempo está transformando nosso comportamento de compra. E os pontos de venda estão mudando suas prioridades para adaptar-se.

No mundo atual, é cada vez mais evidente que o bem mais precioso desta geração é o tempo. Por quê? A resposta é simples. Tudo aquilo que é escasso e necessário, automaticamente, torna-se supervalorizado.

Mas o que este conceito tem a ver com o ponto de venda? Tudo. Essa mudança de comportamento e de valores nos faz reavaliar as nossas prioridades e, consequentemente, modifica o nosso comportamento de compra. Se afeta a forma como avaliamos o produto na hora de comprar, também influencia a forma de comunicação e as prioridades nos PDVs.

A constatação dessa nova realidade é muito fácil de ser observada. Basta uma rápida visita aos hipermercados, mercearias, açougues, drogarias e padarias para perceber que a fronteira que divide esses tipos de negócio está cada vez mais estreita.

Não é difícil encontrar um açougue com as portas totalmente tomadas por displays de Havaianas ou uma drogaria com cara de supercenter, onde o balcão de remédios é apenas um detalhe em meio às diversas categorias oferecidas. Também temos hipermercados que produzem, comercializam e entregam pizzas, vendam bujão de gás, recebem o pagamento de contas de luz, gás e telefone, possuem posto de gasolina, locadora de vídeo, cabelereiros, lava-rápido entre outras comodidades.

Em todos os exemplos, o importante, independentemente do tipo de negócio, é oferecer tudo do que o cliente precisa, da forma mais prática possível. Ao concentrar produtos e serviços que atendam as mais variadas necessidades, o PDV, além de ampliar o foco do negócio, consegue fidelizar o cliente.

Para atingir este objetivo, é preciso entender quem é o comprador, quem é o consumidor do produto, para cada situação de consumo, e decifrar como expor a marca de forma relevante e com destaque.

Considerando que mais de 80% das decisões de compra são tomadas no PDV, o novo cenário varejista torna imprescindível trabalhar planejamento estratégico de marketing e de trade marketing.

Com tão pouco tempo, as pessoas precisam de mais velocidade e praticidade. Os varejistas precisam de um mix cada vez mais abrangente de produtos. E as marcas, por sua vez, precisam chamar a atenção do comprador, despertar o desejo e fornecer informações de qualidade que ajudem a decisão de compra. Ou seja, precisam de comunicação eficiente no PDV.

Este é o novo desafio. Bem-vindos à “Era da Conveniência”.

Por Leonardo Lanzetta (Sócio e Diretor executivo da DIA Comunicação e diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil).

Via HSM.

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Os dois. Lógico que se a resposta fosse óbvia e simples assim a gente deixaria de escrever todas essas linhas pra explicar cada uma dessas formas de gerenciamento de marcas.
O projeto é algo que particularmente eu gosto bastante. Ter uma plataforma fechada que facilite a entrega de cada etapa é algo que parece mais próximo e tangível pra mim. Seja como for a metodologia, iniciar o projeto sabendo onde tudo vai acabar me deixa mais seguro. Principalmente se eu tiver na condução.
Não é desprezo o que eu sinto pela gestão, é que muita gente usa isso pra esconder o que não está fazendo. É aquela masturbação que não cessa e no final nada sai do lugar. Porém há exemplos bem sucedidos de gestão. Workshops objetivos e que visam alinhar todas as áreas do cliente com a nova perspectiva de marca criada são válidos. Mas nada pior pra uma marca do que sair do nada e ir pra lugar algum.
Há a possibilidade da gestão ser parte do projeto. No final das etapas de trabalho é importante um acompanhamento para que nada seja perdido. Eu acredito que esse é o caminho. A gestão da marca não precisa necessariamente ser algo burocrático e a parte de tudo, mas ser algo leve e de fácil compreensão de todos para maior adesão.