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Duas empresas fizeram uma mudança silenciosa, mas interessante, de suas marcas.

A rede de fast food Spoleto, famosa por suas massas customizadas, trouxe para o logo a característica frigideira q os chefs usam para preparar os pratos. Interessante. Foi uma evolução suave desenvolvida pela carioca Packaging Brands.

Marca antiga

Nova marca

A tradicional fabricante de meias Lupo trouxe para sua marca, aparentemente, o formato da meia. Essa mudança acontece exatamente no momento em q a empresa começa a investir em materiais esportivos. Acho q a marca deu uma boa revitalizada, mas talvez nem precisasse tanto. Ainda não tenho informação da empresa responsável pelo projeto. Caso eu encontre, atualizarei o post.

Marca antiga

Nova marca

Não consegui detectar nenhuma mudança de posicionamento. Isso só veremos com o tempo e a experiência da marca. Como já disse várias vezes, não pode apenas ser uma simples alteração da identidade visual, tudo isso deve vir envolvido por uma mudança de atitude.

A AOL (America On Line) lança a nova marca – a partir da separação com a Time-Warner.

Feita pela Wolf Olins, a nova identidade é mais envolvente e próxima das pessoas. Interage com imagens em uma linguagem contemporânea.

Esperamos q a estratégia do negócio tb siga essa flexibilidade e não sofra com os mesmos problemas do passado. A empresa é uma das mais lembradas quando falamos da “bolha da internet”, no Brasil não conseguiu efetivar suas entregas e tem uma percepção muito ruim. Tomara q, juntamente com o novo logo, venha a mudança de atitude.

Nova Marca

Marcas antigas

Via Comunicadores.

ATUALIZAÇÃO (24/11 – 15H05):

Fantástico trabalho da FBDI® para a marca argentina Paula Cahen d’Anvers Niños.

Conseguiu trazer referências do universo dos mares e da navegação de forma lúdica.

Via Lovely Package.

Não é uma marca q tenhamos, no Brasil, tanto contato. Mas vale pelo case.

Agora o Killington tem cara de Resort de inverno. A comunicação ficou interessante tb.

Via BrandNew.

A MRV Engenharia, uma das empresas q mais crescem com a facilidade de acesso ao crédito no país, mudou sua marca.

Sigo o pensamento da minha fonte, Marcelo Tomaz do blog Bla, poderia ter ido além, mas ficou aquém.

E continuo concordando com ele, não é somente o volume ou o itálico q moderniza a marca. A evolução tem q ser mais densa. Talvez até aprofundar a estratégia da marca. Mudar posicionamento de marca, etc. Essa marca vende acesso e não vejo isso ao alcance das pessoas nessa identidade visual. Na minha opinião passa muito mais a dureza da engenharia do q os atributos emocionais q eles vendem na comunicação, por exemplo. Perderam a oportunidade de aproximarem-se das pessoas.

 

A tradicional marca de massas e biscoitos trocou sua marca no começo do segundo semestre de 2009.

Imagem1

A grande virtude dessa mudança sutil foi manter os equities já existentes, explorando a forma e o look & feel para criar propriedade.

Um ótimo trabalho da B+G Designers.

 

 

A revitalização da marca do banco alemão Commerzbank, a partir da compra do Desdner Bank resultou em uma bela evolução.

Acho q essas marcas não são tão relevantes aqui no país, mas vale o case.

antigas

Marcas Antigas

Nova Marca

Vale ver o vídeo da nova marca, criada pela MetaDesign.

Via Identity Works.

Commerzbank

Case show de bola criado pela À La Carte, do meu amigo e figuraça Danilo Mandari. Eles fizeram todo projeto da marca, abrangendo Naming, Linguagem, Arquitetura, Posicionamento e Identidade, além de diretrizes para Experiência.

Vale lembrar q o produto é o primeiro corante a frio do mercado brasileiro. Muito bom!

Case interessante da identidade corporativa dessa operadora de celular na Índia, ligada ao grupo Tata (é, aquele dos carrinhos).

Projeto da Wolff Olins com uma linguagem visual bem interessante.

Via Brand New.

Mais aqui no Behance.

Essa mudança passou em branco aqui. Vamos reparar a gafe com a publicação tardia.

A marca dessa famosa emissora regional da Rede Globo passou por leves alterações:

Antigo

Novo

Não sou fã dessa “Hans Donnerização” q a Globo emprega em suas marcas – seja afiliadas, seja na programação. Se pensarmos no padrão dos equities, as Emissoras Pioneiras de Televisão (EPTV) está correta nessa mudança. Se pensarmos no projeto, a história muda.

Via EPTV.

Falando em Interbrand (e em marca já lançada), lembrei da marca Fibria – criada a partir da fusão das marcas Aracruz e VCP.

fibria

A fusão de empresas é uma tendência cada vez maior em nosso mercado q, em uma economia crescente e estável, concentra-se em grandes grupos.

Gostei muito do nome. Apesar de saber q não é unânime entre os profissionais de branding, acho q expressa muito bem o negócio da empresa.

A solução gráfica, na minha visão, ficou bem aquém do que oferecerá essa nova companhia. Era possível ousar mais nesse movimento que, por si só, já é ousado.

A rede espanhola DIA, administrada pelo Carrefour, reformulou sua marca recentemente.

Um pouco atrasado, mas vale o post.

Ganhou uma tipografia mais proprietária e mais destaque para o símbolo.

Trabalho da Interbrand.

Via Cidade dos Logos.

A famosa franquia de aluguel de automóveis alterou sua marca. Achei (muito) mais próxima.

Sumiram os ângulos retos e a sombra (ou seria outline?) datada.

Eu, q adoro tipografia, gostei muito da ligação entre as letras “rtz”.

Agora como será q ficará o decodificador? ‘Car Rental’ é gringo demais, já que vai mudar a marca.

Via Brandnew.

Um case antigo (abril 2009) que eu gosto muito. A Avid é uma empresa reconhecida pelos seus equipamentos para edição audiovisual.

Notem que a marca forma alguns símbolos usados nesse meio: volume para cima, para baixo, forward, play.

Antes

Antes

Depois

Depois

Via Identityworks.

O grupo que controla, entre outros negócios, a famosa cadeia de hotéis Hilton, mudou sua marca e seu decodificador tb. Antes a empresa com ranso familiar (até no nome), passa a sinalizar profissionalização ao ter como referência de seu nome a palavra “Worldwide”.

Eu prefiro sem o efeito para dar volume.

ATUALIZADO (02/10/09 às 12h20): imagem da aplicação.

Trabalho da Landor.

Via Brand New.

A Nickelodeon mudou sua marca. Uma boa mudança. Uma bela evolução.

É perceptível que a marca antiga tinha muito mais apelo visual na tela (da TV). Como o canal, hoje, abrange muito além da tela, acho muito pertinente a alteração. A única coisa q eu ainda acho ruim é o nome, que poderia adotar o apelido “Nick”.

ATUALIZAÇÃO 05/10 ÀS 16H10: MARCAS ANTIGAS DO CANAL VIA LOGOBR.

Via Brand New.

Concept design fantástico criado por Petar Pavlov da Macedônia.

No ponto de venda funciona muito bem.

Via Lovely Package.

A Evian, marca francesa de água mineral, dá continuidade à tendência de trazer designers de moda para criação de mais um modelo exclusivo de embalagem – magníficas, por sinal. Desta vez realizada pelo inglês Paul Smith.

Essa tradição da Evian trazer nomes famosos da moda para confecção de modelos exclusivos de garrafas iniciou em 2008 com o modelo criado por Christian Lacroix, e seguiu em 2009, por Jean Paul Gaultier.

evian bottles

Via Lovely Package.

O Memorial 11 de Setembro (National September 11 Memorial & Museum at the World Trade Center) simplificou o nome e mudou a marca.

Agora utiliza apenas a data (em formato americano), seguido do descritivo: 9/11 Memorial.

Acredito que da forma que os New Yorkers já tinham-no apelidado.

Trabalho da Landor NY. Via Brand New.

Dois exemplos que não precisavam ser alterados dessa forma. Tentativas de evolução onde as marcas ficaram sem personalidade.

Via Brand New.

A rede francesa Carrefour fez algumas alterações em sua tradicional marca.

Uma suave alteração no símbolo, trocando as pontas por formas mais arredondadas. Explicitou o “C”, muitas vezes invisível em seu símbolo, trazendo-o para sua tipografia, que tb ficou mais leve. As cores, que já estavam datadas, foram mantidas, mas ganharam tons mais contemporâneos.

A linguagem visual apresentada deixa claro que o símbolo estará mais presente no comunicação.

Primeiro foi o Walmart, depois o Pão de Açúcar, agora o Carrefour.

As grandes redes do varejo perceberam que é necessário estar mais próximo das pessoas. E q a identidade corporativa é parte importante disso.

Via Brand New.

A Aquarius Fresh – água com sabor da Coca Cola – remodelou-se por completo. Nova marca, novos sabores, novas embalagens.

Achei uma ótima diferenciação frente à grande concorrente: H2OH!

“A antiga Aquarius Fresh conquistou consumidores ávidos por novidades. Com o relançamento do produto, esperamos quebrar mais um paradigma. Quando olhamos para a gôndola de bebidas levemente gaseificadas, de baixa caloria, o que vemos são um monte de garrafas esverdeadas, sem personalidade e sem diferenciação. Nossa proposta é inovar”, explica John Pinto, diretor de Marketing de Novas Bebidas da Coca-Cola Brasil.

From Portal da Propaganda.

Fantástico esse trabalho da Saffron para um centro de conveniência inglês – posto de gasolina com serviços adicionais.

Como disse meu “cumpadi” André Electo ao me indicar o projeto: “acho q ninguém surpreende tanto quanto a Saffron”. Concordo.

Um trabalho magnífico que conseguiu aliar um “nome simples, de fácil entendimento e que pode ser entendido em qualquer idioma”, com um símbolo “versátil, fácil de ser reconhecido, vivo e que traduz o espírito da marca” e uma “arquitetura que inova no conceito de ‘station market'”.

Mais aqui. Não deixe de visitar.

Londres passa por uma crise de identidade, como é possível verificar abaixo:

Por isso, resolveu fazer uma reformulação. Quem quiser participar da concorrência, mais infos aqui.

Algumas propostas aqui.

Não é novidade para ninguém que sou fã do trabalho da Tátil. Segue uma matéria q saiu na HSM Online.

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Branding 3.0

Com este novo conceito, será necessário que tenham um posicionamento coerente com o seu negócio. Entenda.

“Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. Seguindo esse pensamento, Gelli, sócio e designer da Tátil, está desenvolvendo o conceito de Branding 3.0, apresentado pela primeira vez no Festival de Cannes deste ano.

A ideia, seguindo o mesmo exemplo dado por Gelli, é criar uma “roupa” adequada à trajetória de cada empresa que busca ter em seu cartão de apresentação o selo de sustentável. “É tudo uma questão de ter coerência. Os consumidores sabem identificar quando uma empresa está realmente comprometida ou quando só está preocupada em promover seu projeto de marketing, que muitas vezes, é de fachada”, explicou Gelli.

Para melhorar o entendimento sobre o conceito de Branding 3.0, o designer citou o fato de alguns bancos se venderem como amigos do planeta, quando a maioria das pessoas sabe que as instituições financeiras, dentro do mundo capitalista, buscam ganhar o maior volume de dinheiro no menor espaço de tempo, o que nem sempre é compatível com ações sustentáveis. “No futuro, não haverá espaço para empresas que não estejam comprometidas com o meio ambiente. É preciso encontrar o caminho adequado e criar uma equação para gerar esse comprometimento, o que prevê mudanças estruturais e nos negócios. É um processo que deve ser elaborado e aplicado gradualmente”, afirmou.
Prática

O conceito, segundo Gelli, já está sendo utilizado em alguns trabalhos para clientes da Tátil, como Natura – empresa para a qual o escritório de designbranding está desenvolvendo uma nova linha de produtos, cujos detalhes ainda não podem ser divulgados –, Coca-Cola e Wal-Mart. “Quem tem que se preocupar com a Amazônia é a Natura, que utiliza os recursos naturais da floresta em seus produtos. Essa é a mentalidade que deve ser perseguida. Cada empresa deve cuidar do seu território de atuação”.

Já para a rede varejista Wal-Mart, a Tátil utilizou o conceito em duas lojas (uma em São Paulo e uma no Rio de Janeiro), de forma a utilizar uma comunicação que fala de sustentabilidade de maneira proprietária. O objetivo foi estabelecer uma ponte entre o posicionamento do Wal-Mart “Vender por menos para você viver melhor” e seus projetos sustentáveis.

A partir da criação do conceito “Bom para o seu bolso. Bom para o planeta”, a Tátil desenvolveu uma nova marca e uma estratégia de apontar para o consumidor onde estão as iniciativas sustentáveis adotadas pela loja e como elas se revertem em benefícios diretos para o consumidor. “Em ambas as lojas foi utilizada a ‘arquitetura verde’ para reduzir os custos de energia e água no local, o que vai ao encontro do negócio da rede”, diz Gelli.

Elaboração
Para aprimorar e dar sustentação ao conceito, a Tátil estabeleceu uma parceria com consultores, de diversas áreas, da Fundação Getulio Vargas (FGV). “É um projeto multidisciplinar que ajudará as empresas a encontrarem seu lugar no futuro”, explica.

Depois de o conceito do Branding 3.0 ter sido apresentado em Cannes, Gelli já abordou o tema em dois encontros realizados no Rio de Janeiro. No total, serão seis palestras neste ano. A próxima acontecerá em São Paulo, no próximo dia 18 de agosto.

Em paralelo, está sendo desenvolvido pela Tátil um projeto chamado “Bionegócios”, que busca encontrar oportunidades na própria natureza para serem oferecidas às companhias. “Os dados funcionarão como ferramenta no processo criativo. Atualmente estamos analisando os bancos de corais, sistema no qual todos os seres se relacionam de forma harmônica. Consideramos que muitas empresas podem ser representadas por elementos presentes nos corais”, explica Gelli, completando que a ideia é que a sociedade copie o modelo de negócio feito pela natureza.

O projeto acontece no momento em que a Tátil completa 20 anos. A agência é precursora do ecodesign, projeto que persegue a criação de produtos de baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial. Entre os clientes da empresa estão Coca-Cola, TIM, Philips, Nokia, Natura, P&G, Wal-Mart, Fiat, Unimed e Energisa.

Por Daniela Dahrouge
Fonte: PropMark

HSM Online
31/07/2009

Acesse aqui o site da Tátil.

Já faz um tempinho e nem comentei aqui.

Aparentemente como parte de uma ação, o Gatorade mexeu na marca e nas embalagens.

Na marca, ficou clara a busca por um ícone proprietário. Nas embalagens, tudo ficou mais limpo e anatômico.

From Brainstorm#9

Fantásticas essas embalagens criadas pela Jamie Conkleton para a Otokoyama Sake. A simplidade aliada à criatividade é sempre diferencial. A facilidade que as graduações estão expostas mostra a preocupação com quem consome o produto.

Como sempre digo: a criatividade sempre faz a diferença.

Uma olhada nas caixinhas de remédio desenvolvidas pelas agências nova-iorquinas ChappsMalina e little fury para a marca Help Remedies prova isso.

From lovelypackage

Sabemos que o mercado de fast foods vem perdendo cada dia mais espaço para restaurantes que oferecem opções mais saudáveis. A Pizza Hut, que no Brasil conseguiu decolar em pouquíssimas cidades (e olhe lá), resolveu se mexer e mudar a marca. E o nome tb.

Adotou o “The Hut”, como é conhecida pelos americanos. E deixou a marca um pouco menos funny.

Eu sinceramente não gostei, porque não vejo personalidade nenhuma. Não há uma evolução ou uma busca por algo diferente. É o mais do mesmo. Além de muito americanizada.

Acho muito bom quando as empresas se mexem. Em tempos pós modernos, o que podemos ver são empresas extremamente conservadoras (salvo algumas raras exceções).

O Pão de Açúcar, que já havia mudado seu posicionamento de comunicação, agora altera sua marca. Acho ótimo pelo movimento, apesar de uma alteração um tanto sutil – mas até q ponto dava pra mudar muito sem perder a essência?

Cada um tem seu julgamento. Mas olha a solução que a Fisher Portugal trouxe para o cartão de visitas de uma consultora ambiental:

Alguns podem achar que é uma idéia tosca, que a tinta pode borrar o bolso da camisa, que o carimbo usa muito plástico, que a tinha não sei o que…e blábláblá…

Eu achei genial. Mas não é nada novo.

Meus amigos da Megalo Design já tinham feito isso com a própria papelaria. Geniais e pioneiros.

Post ecocard from Brainstorm9

Esse é um trabalho da Big Ant para a Global Coalition for Peace. Posted by @rodrigoconde via Twitter. Uma forma criativa de passar essa importante mensagem. Incrível.

global coalition

Mais aqui.

Esse tem poucas possibilidade de fraude como urnas eletrônicas ou cédulas de papéis. E é uma forma inusitada de envolver os eleitores na discussão política. Great!

Veja também o blog desse movimento aqui.

Como é fácil de perceber em outros posts, minha percepção é que o empresariado brasileiro é demasiadamente conservador. E acaba responsável pela morte de boas idéias. Dois cases que me chamaram a atenção justamente pela ousadia foi a mudança de marca da RTVE – Radio e Televisón Española – e da Pepsi.

A Pepsi citada em post anterior, sobre a guerra das marcas, tem na veia essa vocação de estar sempre a frente. Além da questão dos ataques constantes ao concorrente Coca Cola e da meritocracia adotada em sua operação nacional (via Ambev), ainda tem os lançamentos do refrigerante com limão Pepsi Twist, do refrigerante com energético Pepsi X, do pseudo refrigerante H2OH, entre outros. Agora lança sua nova identidade visual.  Moderna, próxima dos consumidores, viva. A cara da empresa.

A RTVE não é um caso que eu conheça profundamente. Não sei qual estratégia e qual a imagem que eles tem no país de origem. Também não sei como querem se posicionar. Mas acredito que uma empresa que se propõe a tratar de informações e entretenimento (tv e rádio basicamente) necessariamente precisa estar alinhada com o que há de mais moderno, seja em seu posicionamento, na sua atividade diária ou na sua identidade visual. Esse é um caso de evolução – em que grande parte das redes de tv brasileira precisavam se inspirar.

https://i2.wp.com/www.cidadedoslogos.com/images/news/logotipos_rtve.jpg

Seja na evolução ou na revolução, o importante é que atualmente é muito difícil encontrar cases tupiniquins brilhantes. Ousados. Aí não podemos reclamar quando empresas como a ‘Oi’ ou a ‘Vivo’ leva a criação da sua marca para fora do país. Capacidade nós temos. Porque está perdida?

Um dos formatos mais comemorados no design atual é, sem dúvida, o moving brands. Traduzindo, as marcas com movimentos.

Marcas são orgânicas e por isso permite que seus formatos sejam mutáveis, adaptáveis ou dinâmicos.

Os maiores exemplos de marcas que utiliza desse tipo de artifício são da empresa britânica chamada justamente Moving Brands. Tive a oportunidade de conhecer o trabalho de perto e posso afirmar que muito mais que o conhecimento técnico, o engajamento no processo é algo que faz muita diferença para eles. Além de apostar geralmente em soluções geniais. Como esse vídeo da Swisscom indicado por meu amigo Roger Oddone, também entusiasta do movimento nas marcas:

Tudo isso me faz pensar se os profissionais brasileiros teriam condições (leia-se culhões) para propor algo dessa forma para uma marca relevante no mercado.

Criar algo que faria uma grande diferenciação no mercado parece longe do que vemos atualmente. E não falo somente pelos profissionais de design, mas pelo conservadorismo que se faz presente no empresariado. Ousar parece demais. Mas é justamente a diferença entre o bom e o brilhante.