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Duas empresas fizeram uma mudança silenciosa, mas interessante, de suas marcas.

A rede de fast food Spoleto, famosa por suas massas customizadas, trouxe para o logo a característica frigideira q os chefs usam para preparar os pratos. Interessante. Foi uma evolução suave desenvolvida pela carioca Packaging Brands.

Marca antiga

Nova marca

A tradicional fabricante de meias Lupo trouxe para sua marca, aparentemente, o formato da meia. Essa mudança acontece exatamente no momento em q a empresa começa a investir em materiais esportivos. Acho q a marca deu uma boa revitalizada, mas talvez nem precisasse tanto. Ainda não tenho informação da empresa responsável pelo projeto. Caso eu encontre, atualizarei o post.

Marca antiga

Nova marca

Não consegui detectar nenhuma mudança de posicionamento. Isso só veremos com o tempo e a experiência da marca. Como já disse várias vezes, não pode apenas ser uma simples alteração da identidade visual, tudo isso deve vir envolvido por uma mudança de atitude.

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Olha só! A Brahma utiliza o mesmo conceito (“desce redondo”) da Skol no Brasil para divulgar sua cerveja no exterior.

Tuitado pelo meu amigo Casemiro Moraes.

20 tendências de consumo e comunicação para o próximo ano, feito pelo site Trend Hunter.

Via Comunicadores.

Muito bom esse trabalho para a rede americana de restaurantes Chipotle. O projeto da Sequence traz mensagens escritas a mão por clientes, funcionários e até nome de ingredientes. Interessante.

Via Lovely Package.

A Apple é benchmark (muito batido) em vários aspectos: marca, nome, posicionamento e também embalagem.

Essa imagem mostra bem isso.

O sucesso nunca é sem razão.

Via Lovely Package.

Um novo nome e uma nova marca. É assim q a (agora extinta) Visanet entra no mercado de operações de crédito. Antes reconhecida pela prestação de serviço para a bandeira Visa, agora posiciona-se para brigar no mercado com a portabilidade das operações. E é um posicionamento ousado: “o céu é o limite”.

A mudança de nome foi providencial e, a partir da estratégia da marca, muito bem criado. Simpático. Redecard é mais concreto, Cielo bem mais abstrato. (ATUALIZAÇÃO: 23/11 – 17H47 >> “Cielo”: céu em italiano).

Na minha opinião, a nova marca ficou interessante, muito focada, porém, na questão da tecnologia. Poderia ser um pouco mais envolvente e próxima, já q estamos falando de uma experiência para o ponto de venda. Mas fica evidente o movimento, o ciclo q é o varejo.

Um bom trabalho da Future Brand, já na mídia em campanha criada pela Y&R.

A AOL (America On Line) lança a nova marca – a partir da separação com a Time-Warner.

Feita pela Wolf Olins, a nova identidade é mais envolvente e próxima das pessoas. Interage com imagens em uma linguagem contemporânea.

Esperamos q a estratégia do negócio tb siga essa flexibilidade e não sofra com os mesmos problemas do passado. A empresa é uma das mais lembradas quando falamos da “bolha da internet”, no Brasil não conseguiu efetivar suas entregas e tem uma percepção muito ruim. Tomara q, juntamente com o novo logo, venha a mudança de atitude.

Nova Marca

Marcas antigas

Via Comunicadores.

ATUALIZAÇÃO (24/11 – 15H05):

Uma dica do meu camarada (e companheiro de Twitter) Fernando Jardim.

Uma nova forma de chamar atenção no PDV. Utilizando a mesma tecnologia já usada em camisetas para iluminar os rótulos. Muito curioso. Será q pega?

Via Comunicadores.

A empresa espanhola anunciou q adotará, a partir de 2010, o nome já utilizado em alguns países do mundo, Movistar. No Brasil, a mudança será somente a partir de 2011.

Fora o alinhamento global da marca, acredito q com um nome mais abstrato será possível desfazer algumas percepções ruins, além da possibilidade de trabalhar novos conceitos. Telefónica ainda é sinônimo de monopólio e carrega um pesado ranço de ex-estatal. Nesse processo tb deve ser incluída a marca TVA, q provavelmente será transformada em Movistar.

Na minha opinião, a empresa demorou muito para realizar alguma mudança. Esperamos q essa não seja apenas uma alteração de nome e logo, mas tb dos processos e do relacionamento com as pessoas. Uma mudança de atitude e filosofia é o q desejamos.

Mais informações aqui no El País.

Lá vamos nós mexer novamente em velharia. Teste cego já foi feito, usado, reutilizado, reciclado e nunca deu certo. Nunca. A Coca Cola sabe bem disso ao acreditar nesse tipo de amostragem para criar um fracasso chamado New Coke (sim, no teste cego deu Pepsi). E agora a Kaiser ressuscita essa fórmula.

Antes de mais nada precisamos dizer q, um produto não é feito apenas do próprio componente (no caso da cerveja, não é apenas o líquido q importa). Precisamos levar em conta fatores q são subjetivos, mas determinantes para experiência de marca, como a embalagem, a comunicação, o logo, o ponto de venda e principalmente (e aí uma variável meio incontrolável) o contexto em q a pessoa se relaciona com o produto. Não estou dizendo q um produto bom não faz diferença, claro q faz! O q eu quero deixar claro é q a percepção, nesse caso, está muito além disso.

Com isso na mesa, como é q vamos acreditar num teste cego feito num momento de sazonalidade (verão e festas; vai ser muito fácil justificar q a campanha deu resultado nas vendas!) e sem levar em conta esses fatores já expostos aqui (q fazem q o teste não seja nem turvo, quanto mais cego)?

Um lamentável apelo da propaganda para dissimulação. Pq não canalizar esforços (e investimento) para construir os atributos reais dessa marca?

Para muita gente esse nomegera um caldeirão de sensações. Para mim, por exemplo, é uma ligação direta com a infância, uma época ótima onde visitávamos periodicamente as imensas lojas com diversas novidades.

A Mesbla sofreu, juridicamente e financeiramente, duros golpes desde seu fechamento, em 1999. Aparentemente, porém, parece q não respingaram na marca, q anuncia sua volta (agora na versão online) para 2010. Nesse novo momento, pisando com muito cuidado no mercado, a loja será direcionada apenas para mulheres – concorrência para a Marisa?

Eu torço para q a marca venha para surpreender e não apenas para ser mais uma dentre tantas. Não vejo outra alternativa, para quem acorda um gigante adormecido, q não seja a busca da liderança pela diferenciação. Qual será a próxima anciã a levantar? Kolynos?

Fantástico trabalho da FBDI® para a marca argentina Paula Cahen d’Anvers Niños.

Conseguiu trazer referências do universo dos mares e da navegação de forma lúdica.

Via Lovely Package.

Evolução na marca da Biblioteca Pública de New York. O característico leão ganhou formas mais modernas e uma tipografia mais limpa.

Gostei muito. Ainda mais com a linguagem visual criada.

Muito bom disponibilizarem os desenhos para acompanharmos a evolução dos estudos.

Via Brand New.

Consistente em seus patrocínios, a Red Bull mantém o Red Bull Brasil FC, time de futebol da cidade de Campinas (manda seus jogos no estádio Moisés Lucarelli), dirigido pelo experiente técnico Jair Picerni, que disputará a série B do Campeonato Paulista.

Vale lembrar q a marca mantém, entre outros, três times de futebol – Red Bull New York (EUA), Red Bull Salzburg (Áustria) e Red Bull Leipzig (Alemanha) -, dois times na Fórmula 1 (RBR e Toro Rosso), um time de hóquei (Red Bull Salzburg)  e um campeonato de corrida de aviões (Red Bull Air Racing). A aposta dessa empresa (de um produto só) no esporte visa evidenciar o benefício energético q proporciona (te dá asas).

Uma questão importante q o blog Brainstorm #9 levanta é: como a Rede Globo, famosa por não promover produtos gratuitamente, chamará o time?

Na mesma linha de investimento para exposição da marca através do esporte, temos o Pão de Açúcar Esporte Clube. O time, mantido pelo Grupo Pão de Açúcar, atuará pela série A-2 do Paulistão em 2010.

De caráter social, o time  aposta na formação de talentos e dá oportunidades para educação dos jovens pretendentes a craques.

É lógico q devem existir outras iniciativas como essas. Seja como responsabilidade social, seja como apoio esportivo para exposição da marca. Acho interessante os dois formatos para disseminar os atributos de marca (esses dois casos, vale lembrar, bem aplicados).

Precisamos conscientizar os empresarios, os profissionais de marketing e de comunicação que não é apenas com reclames televisivos que se constrói uma imagem. Quantas vezes você perguntou como sua marca vai além da propaganda?

Não é uma marca q tenhamos, no Brasil, tanto contato. Mas vale pelo case.

Agora o Killington tem cara de Resort de inverno. A comunicação ficou interessante tb.

Via BrandNew.

Mais um vídeo do Socialnomics. Mais uma vez muito bom. Mais uma vez mostrando a importância da presença das marcas nas redes sociais.

A MRV Engenharia, uma das empresas q mais crescem com a facilidade de acesso ao crédito no país, mudou sua marca.

Sigo o pensamento da minha fonte, Marcelo Tomaz do blog Bla, poderia ter ido além, mas ficou aquém.

E continuo concordando com ele, não é somente o volume ou o itálico q moderniza a marca. A evolução tem q ser mais densa. Talvez até aprofundar a estratégia da marca. Mudar posicionamento de marca, etc. Essa marca vende acesso e não vejo isso ao alcance das pessoas nessa identidade visual. Na minha opinião passa muito mais a dureza da engenharia do q os atributos emocionais q eles vendem na comunicação, por exemplo. Perderam a oportunidade de aproximarem-se das pessoas.

 

Esse vídeo mostra basicamente como funciona, na prática, nosso dia a dia. E ainda apresenta um ótimo case. Indicação da amiga e designer Kiki Tohmé.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Projeto da britânica Mind Design com colaboração de Tom Dixon para a Lacoste.

Um modelo de embalagem e camisa polo desenvolvida com foco em eco-sustentabilidade e outra em tecnologia.

Via Adoráveis Embalagens. Rá!

Mídia deve ser usada para construir a marca. E pode ajudar muito, como nessa ação do Toyota Prius, feita pela Saatchi&Saatchi LA, onde as pessoas utilizam o celular para interagir com o painel. Envolvente e bacana.Via Lá Fora.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Outdoor on line“, posted with vodpod

 

Post muito bom do blog Estalo, tuitei sobre isso no dia 3/nov (mesma data do post, aliás). Deleitem-se!

….

No distante ano de 2007, escrevi um post falando sobre a aparente debilidade de marcas que se apoiam em fórmulas de sucesso e não conseguem sair mais delas, como naquele tempo era o caso da Kaiser, que retomou o Baixinho, e de Bombril, que trouxe o Moreno de volta.

Lembrei desse post assim que vi a nova campanha do Guaraná Antártica, que deu uma repaginada no histórico jingle “Pipoca na panela”.

Guaraná Antártica é uma marca que está claramente perdida. Há muitos anos não consegue estabelecer uma comunicação que explore todo o potencial da marca e crie significados importantes para as pessoas. E agora, em pleno 2009, eles chegam com uma campanha nova que retoma um filme de 15 anos atrás.

Não vou entrar no mérito da qualidade do filme. Não é o que importa. O fato relevante é o quão sintomático é esse filme para a marca. Ele é um flagrante da situação de Guaraná e só reafirma essa minha tese de 2007: uma marca que não consegue se desvencilhar dos seus sucessos de comunicação para evoluir é uma marca que dá claros sinais de fraqueza.

FELIPE SENISE – BLOG ESTALO

A tradicional marca de massas e biscoitos trocou sua marca no começo do segundo semestre de 2009.

Imagem1

A grande virtude dessa mudança sutil foi manter os equities já existentes, explorando a forma e o look & feel para criar propriedade.

Um ótimo trabalho da B+G Designers.

 

 

Projeto da britânica SabotagePKG.

Via Lovely Package.

Na contramão do mercado, a agência russa FIRMA cria essas embalagens para esse produto q parece uma mortadela. Pode ser salsicha, tb.

Como é bom ver projetos q nadam contra a correnteza.

Via Lovely Package.

Pessoal, eu havia esquecido q o Garimpo de Idéias fez um ano dia 06/11 (escorpiano, como eu). Quem me lembrou foi a maior incentivadora e leitora do blog, minha querida e amada Maria Rita.

Pouco tempo e algumas conquistas depois posso dizer q me surpreende cada dia mais o envolvimento e as visitas ao site – ontem mesmo batemos o recorde de visitas. Afinal esse não é um blog com fins comerciais/corporativos, mas sim uma forma de expressar minha própria opinião a respeito de algo q eu sou apaixonado, o branding. Fiz e mantenho esse canal para me satisfazer, só posto o q eu acredito, o q faz parte da minha filosofia de vida. Se não é bom pra mim, não expressará o q eu realmente sou, não vai para o Garimpo. Esse é meu pensamento. E fico muito grato qndo vejo o reconhecimento.

Muitos sabem que não é fácil manter um blog atualizado (eu mesmo sofri em outras tentativas) e aproveito para pedir desculpas por momentos de letargia q o Garimpo sofre. Mas às vezes é preciso dar prioridade aos assuntos. Esse é um dos motivos de eu ter desativado os comentários (não daria tempo de responde-los como merecem).

Do fundo do coração, gostaria de agradecer a todos q apoiam a iniciativa, a todos q visitam periodicamente, aos q visitaram apenas uma vez. Apesar de ser feito por mim, não é nada se não tiver audiência. E saibam q é feito com muito carinho. MUITO OBRIGADO!

Bom, serei mais um a falar desse assunto. Tardiamente talvez. Quero deixar claro no início que não irei abordar os aspectos políticos e sociais dos atos, mesmo sabendo q estão estritamente ligados à construção da marca. Muitos profissionais dessas áreas já exploraram o assunto com competência. Eu vou opinar sobre desenrolar dos fatos a partir da visão de marca, percepção de atitudes q geram valores.

Acho q temos um case para universidades de comunicação de como não fazer uma gestão de crise. Todo esse trabalho inicia-se após o fato. Primeiro ponto: a universidade não tinha nada a ver com a história inicialmente, a não ser pelo local do evento, mas quis puxar pra si o caso. Foi praticamente um jet ski puxando uma âncora de transatlântico.

Com o fato ainda fresquinho na cabeça das pessoas, a Uniban tomou a decisão de expulsar a aluna q foi atacada. Então quer dizer q, fica do lado do agressor, contra a minoria. Gente, historicamente o brasileiro é sempre a favor do menor, da zebra, o futebol é um ótimo exemplo (todos querem ver o Asa de Arapiraca ganhar do Palmeiras, o Cianorte do Corinthians).

Como se fosse natural, eles continuaram com os anúncios na TV. Qualquer livro básico de comunicação diz que, em momento de crise, as propagandas devem ser suspensas. Imagine empresas como a TAM ou a Gol fazendo seus lindos reclames durante o intervalo de um noticiário sobre uma tragédia aérea da própria companhia. Não dá, né? Pense então num anúncio da Uniban no intervalo da reportagem investigativa sobre esse caso.

Peço licença para abrir um parênteses: (Achei muito estranha a postura conivente da Globo de manter-se neutra na reportagem de domingo, no Fantástico. Justo o Fantástico q é instigado pelo jornalismo investigativo. Seria para não ferir um anunciante?). Fecha parênteses.

Para piorar, a universidade revogou a decisão de expulsar a estudante. Sem ao menos reconhecer o erro, a Uniban, por meio do seu reitor, emitiu uma nota contradizendo-se. O q reflete (para quem não conhece) uma falta de comando, afinal é uma decisão q foi anulada.

Como é q uma empresa de educação desse porte, que se propõe a disponibilizar conhecimento para os jovens através de cursos do ensino fundamental, médio, graduação e pós graduação, deixa-se levar por erros praticamente infantis no processo de comunicação em um momento tão delicado. E olha q nem entro no mérito de quem está certo ou errado. E fica minha dúvida: como é que alguém vai pleitear cursos de Comunicação Social dessa instituição depois de tudo isso?

A Bottle Of é uma marca australiana de água mineral que surgiu com a proposta de trazer mensagens positivas em sua garrafa.

Achei bacana. E relaxante.

Via Marketing na Cozinha.

Mais uma embalagem de cerveja show de bola.

Projeto da canadense Glasfurd & Walker.

Via Lovely Package.

Projeto de Samantha Ziino, da Austrália.

Via Lovely Package.

Havia blogado há quase 1 mês sobre o projeto das embalagens retrô lançadas pela Kibon e qual não é minha surpresa qndo vejo-o (mais especificamente a embalagem do Chicabon) sendo premiado no Brazil Design Awards.

Um prêmio mais q merecido. Ainda tive a oportunidade de conhecer os criadores das embalagens, o pessoal da Design Absoluto.

Vale relembrar:

Sim, a marca da borboleta evoluiu.

Particularmente gostei muito da solução na tipografia. É mais próxima e muito mais proprietária.

A linguagem visual do site ficou mais amigável.

Agora o símbolo (a borboleta) certamente será um tema polêmico. Eu acho uma boa alteração. Ficou mais autêntica.

Ainda não descobri de qual empresa é o projeto. Atualizarei assim q tiver a informação correta.

Via Brand New.

Uma edição da revista produzida inteiramente com caneta Bic. Bem legal, né?

A TBWA Uruguai realizou essa ação para promover as famosas canetas juntamente com a revista jovem Freeway.

Show de bola! Vale muito ver o vídeo. Isso sim é utilizar a propaganda para construir a marca.

Via Update or Die.

É perceptível nos posts q é muito fácil tangibilizar os atributos da marca em embalagens. Elas permitem um nível de sofisticação maior. Aqui temos mais um belo exemplo da linguagem aplicada como ferramenta no ponto de venda.

Uma aposta no design simples da americana Capsule.

Via Lovely Package, lógico.

A escassez de tempo está transformando nosso comportamento de compra. E os pontos de venda estão mudando suas prioridades para adaptar-se.

No mundo atual, é cada vez mais evidente que o bem mais precioso desta geração é o tempo. Por quê? A resposta é simples. Tudo aquilo que é escasso e necessário, automaticamente, torna-se supervalorizado.

Mas o que este conceito tem a ver com o ponto de venda? Tudo. Essa mudança de comportamento e de valores nos faz reavaliar as nossas prioridades e, consequentemente, modifica o nosso comportamento de compra. Se afeta a forma como avaliamos o produto na hora de comprar, também influencia a forma de comunicação e as prioridades nos PDVs.

A constatação dessa nova realidade é muito fácil de ser observada. Basta uma rápida visita aos hipermercados, mercearias, açougues, drogarias e padarias para perceber que a fronteira que divide esses tipos de negócio está cada vez mais estreita.

Não é difícil encontrar um açougue com as portas totalmente tomadas por displays de Havaianas ou uma drogaria com cara de supercenter, onde o balcão de remédios é apenas um detalhe em meio às diversas categorias oferecidas. Também temos hipermercados que produzem, comercializam e entregam pizzas, vendam bujão de gás, recebem o pagamento de contas de luz, gás e telefone, possuem posto de gasolina, locadora de vídeo, cabelereiros, lava-rápido entre outras comodidades.

Em todos os exemplos, o importante, independentemente do tipo de negócio, é oferecer tudo do que o cliente precisa, da forma mais prática possível. Ao concentrar produtos e serviços que atendam as mais variadas necessidades, o PDV, além de ampliar o foco do negócio, consegue fidelizar o cliente.

Para atingir este objetivo, é preciso entender quem é o comprador, quem é o consumidor do produto, para cada situação de consumo, e decifrar como expor a marca de forma relevante e com destaque.

Considerando que mais de 80% das decisões de compra são tomadas no PDV, o novo cenário varejista torna imprescindível trabalhar planejamento estratégico de marketing e de trade marketing.

Com tão pouco tempo, as pessoas precisam de mais velocidade e praticidade. Os varejistas precisam de um mix cada vez mais abrangente de produtos. E as marcas, por sua vez, precisam chamar a atenção do comprador, despertar o desejo e fornecer informações de qualidade que ajudem a decisão de compra. Ou seja, precisam de comunicação eficiente no PDV.

Este é o novo desafio. Bem-vindos à “Era da Conveniência”.

Por Leonardo Lanzetta (Sócio e Diretor executivo da DIA Comunicação e diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil).

Via HSM.

Embalagem desenvolvida pelo estudante de design australiano Jess McGeachin para cerveja belga feita por monges Westmalle Tripel.

Um produto sem fins lucrativos, com toda sua renda doada para caridade.

Perceba as nuances ligadas à igreja no projeto. Muito bom!

Via Lovely Package.

A revitalização da marca do banco alemão Commerzbank, a partir da compra do Desdner Bank resultou em uma bela evolução.

Acho q essas marcas não são tão relevantes aqui no país, mas vale o case.

antigas

Marcas Antigas

Nova Marca

Vale ver o vídeo da nova marca, criada pela MetaDesign.

Via Identity Works.

Commerzbank

Ontem ocorreu, na Club Disco, em São Paulo. Numa noite em q os expoentes do design brasileiro se reuniram para prestigiar os premiados do Brazil Design Awards. Antes de entrarmos diretamente na premiação, gostaria de ressaltar que, apesar do prazo apertadíssimo, o prêmio foi muito bem elaborado e ficou muito claro q a intenção de realizar algo q seja tão forte quanto seus pares internacionais e q preze pela lisura no julgamento foi alcançada. Vale lembrar q os trabalhos q estão no shortlist do Brazil Design Awards receberão incentivo da Abedesign e da Apex na inscrição para o Festival de Cannes.

Não tenho aqui a lista dos 12 premiados, mas o grande destaque ficou para a cearense Abracadabra que levou dois prêmios. De cabeça, lembro-me do prêmio da Crama e da OZ Design. A Bold levou algo tb, se não me engano. Todos muito merecidos, sem querer fazer média. O mais importante é ver o reconhecimento à projetos consistentes e q certamente honrarão o nome do Brasil nas competições internacionais.

Que iniciativas como essa façam cada vez mais parte de nossas agendas. E q todos aproveitem esse momento de fomento ao nosso mercado no Brazil Design Week. Minha indicação é a palestra da Ana Couto, lógico. Com toda imparcialidade que me é possível, vale a pena ver a palestra dela com o tema “Branding de Atitude”.

Via HSM.

Show de bola essa embalagem de espaguete (é assim mesmo q escreve? rá!) que recria o Empire State, símbolo da cidade de New York.

Dá até dó de jogar na panela. Projeto do estudante inglês Alex Creamer.

Simplesmente fantástico.

Via Marketing na Cozinha.

Via Lovely Package.