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Nova marca criada pela Cauduro Associados. Mudaram os nomes ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) e ANDIMA (Associação Nacional do Mercado de Capitais) para Anbima, que sai da caixinha das siglas para adotar um nome simples e abstrato.

Novo

Antigas

Eu gostei bastante da linguagem visual aplicada.

Via Identity Works.

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Pode parecer tosco. Mas é sincero. Um valor importante para todas as marcas e claramente transmitido nesses comerciais da Grã Filé. Além da preocupação com a excelência do produto.

Vejam todos, é rapidinho e vale a pena. “E desculpe qualquer coisa”.

Via Bla.

Meias são presentes sempre polêmicos. Mas com essa embalagem eu gostaria de ganhar, sim.

Projeto da americana Elephant In The Room.

Via Lovely Package.

Isso me faz lembrar de uma frase q vi (e ouvi) pela primeira vez na aula do professor (e agora colega de trabalho) Danilo Cid:

“Conte-me e eu esquecerei. Mostre-me e eu apenas me lembrarei. Envolva-me e eu compreenderei.” (Confúcio)

Via Update or Die.

Projetado pelo inglês Chris Chapma.

Via Lovely Package.

A mais inspiradora consultoria de branding traz mais um case instigante, agora para uma empresa de advocacia: a dinamarquesa (e com nome indizível) Gorrissen Federspiel Kierkegaard.

A primeira ação foi diminuir o nome para Gorrissen Federspiel, para facilitar a compreensão dos dinamarqueses (!).

Com uma linguagem visual bem proprietária e o tom de voz bem enérgico, a Saffron conseguiu traduzir a personalidade real da empresa.

Um projeto magnífico.

“O novo símbolo representa a equipe no centro de Gorrissen Federspiel e é derivado do nome dos parceiros (e, mais amplamente das pessoas) na empresa.”

Via Saffron Brand Consultant.

Com essa embalagem, qq um pediria a quentinha para levar pra casa.

Fantástico e português: MPFXDESIGN

Via Lovely Package.

Show de bola. Feito pela japonesa Rise Design Office.

Via Lovely Package.

Nova identidade da Telkon Indonesia.

Melhor, sem dúvida.

Via Brand New.

Não é possível a Coca Cola insistir no mesmo erro de antes.

Primeiro ponto, Coca Cola azul é Pepsi (assim como Pepsi vermelha é Coca Cola).

Para patrocinar o tradicional Festival de Parintins, a marca americana de refrigerantes, a mais valiosa do mundo, líder do segmento e reconhecida em todo mundo pela silhueta de sua garrafa, sua tipografia e sua cor característica, lançou uma latinha toda em azul.

Esse foi um erro cometido há alguns anos e q foi corrigido ao associar o Kuat (esse sim colorido, brasileiro, folclórico – mas não tanto qnto Guaraná Antárctica) ao evento.

Não é conservadorismo, é retidão. Existem equities da marca q não mudam pq não são propaganda. Não tem a necessidade de agilidade da comunicação. A gente troca de roupa, de cabelo, emagrece, engorda, cresce, mas não alteramos nosso DNA. Adaptabilidade tem limites.

Poxa vida, Coca. Poderiam ter colocado ali Fanta, Fanta Uva, Sprite, Taí, Kuat, Aquarius Fresh, mas Coca Cola em azul não, né?

Via Brazilian Planner.

Um bom exemplo desse segmento q nem sempre preocupa-se em cuidar de sua identidade corporativa.

Antiga

Antiga

Nova

Nova

Achei bacana a simplicidade da mensagem na marca. Quando vi a conceituação, ficou meio nojenta.

Conceituação: fluxo sanguíneo

Conceituação: fluxo sanguíneo

Apesar disso, funciona muito bem como linguagem visual.

Um bom case para inspirar médicos, clínicas especializadas, hospitais e até planos de saúde (uma pena q, em nosso país, os problemas da saúde ainda sejam mais profundos).

Via Identity Works.

Feita pela Siegel+Gale, a Pfizer fez uma pequena evolução em sua marca.

Além de um azul mais contemporâneo, a forma sugere um efeito 3D. Seria a adoção de sua famosa pílula azul na marca?

Antiga

Nova

Nova

Mudança na identidade da New Zeland Telecom.

Muito mais simpática e próxima das pessoas, a identidade foi criada pela Designworks.

Mesmo com os tão criticados efeitos (brilho, gradiente, glow, ou como quiser chamar), é uma evolução significativa.

Via Brand New.

Não, não é a nova identidade visual das lojas de conveniência. É uma marca americana de bebidas saudáveis (terrível a tradução de health drink).

Embalagem e conceito do nome magníficos!

Via Lovely Package.

Nova identidade do Symbian, feita pela Landor. Vale assistir o vídeo.

Eu, adepto do iPhone, quase troquei de celular imediatamente. Show de bola.

Sensacional essa embalagem de chá remetendo à origem asiática da bebida.

Via Lovely Package.

Esloúltimo é uma loja de produtos gratuitos (5 euros para consumir durante 6 meses). Uma grande oportunidade para testar o comportamento de novos produtos diretamente com o consumidor final, dentro de um contexto (quase) real.

Via UOL Notícias.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “Barcelona abre a primeira loja de pro…“, posted with vodpod

Absolut Naked.

Via Lovely Package.

Via Design Council.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Case show de bola criado pela À La Carte, do meu amigo e figuraça Danilo Mandari. Eles fizeram todo projeto da marca, abrangendo Naming, Linguagem, Arquitetura, Posicionamento e Identidade, além de diretrizes para Experiência.

Vale lembrar q o produto é o primeiro corante a frio do mercado brasileiro. Muito bom!

De: Rafa Campoy
Enviada em: quarta-feira, 14 de outubro de 2009 11:22
Para: Henrique Gomes
Assunto: comentário
Prioridade: Alta

Comentário ao post “Copa e Olimpíadas: Qual a imagem que o Brasil quer deixar?”

A gente que trabalha com marca sabe (ou deveria saber) que uma marca se constrói de dentro pra fora.

É por aí que eu vejo essa proposta, sabe? A disseminação interna de valores positivos relacionados ao brasileiro: “Sim, nós podemos!”

Ao invés da selva, da corrupção, da preguiça, da desordem… um povo civilizado, unido, trabalhador e organizado.

O crescimento do país nos últimos anos, somado ao sucesso das candidaturas para a Copa e a para as Olimpíadas, devolveu ao brasileiro, além de uma semente de nacionalismo, a auto-estima.

Contudo, ainda temos muito o que corrigir. E ao que tudo indica, não faltará oportunidade para isso. Até porque, antes da imagem vem a cultura da marca… e é isso o que precisamos construir agora: começando por uma nova Educação e uma nova Política.

—-

Visão do meu amigo, grande pensador e mantenedor do blog Outra Janela.

Case interessante da identidade corporativa dessa operadora de celular na Índia, ligada ao grupo Tata (é, aquele dos carrinhos).

Projeto da Wolff Olins com uma linguagem visual bem interessante.

Via Brand New.

Um exemplo de como a comunicação pode atrapalhar a construção da marca.

Depois dizem q os gestores de marca pegam no pé.

Via CCSP.

Um bom exemplo de como construir a partir dos equities.

Show de bola esse vídeo. Sua marca está pronta para essa revolução?

Socialnomics

Momento design de produto, muitas vezes esquecido nesse blog (falha minha, sorry).

Muito bom esse protótipo de bicicleta, compacta e desmontável. Projeto do mexicano Victor Alemano.

Via Bola Sociology Design.

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing

Um dos traços mais marcantes de uma marca é a comunicação dela. Os comerciais de TV, um anúncio numa revista, na internet e um outdoor continuam sendo grandes responsáveis por formar a identidade de uma marca no Brasil para a grande massa. A comunicação é a face mais tangível das marcas quando não se está experimentando um produto ou serviço. Agora, imagine a cena abaixo, descrita no “Branding 101, o Guia de Gestão de Marcas de Produto”, escrito por Fernando Jucá e Ricardo Jucá e publicado com exclusividade no Mundo do Marketing.

“É difícil se relacionar com uma pessoa que muda constantemente, não é verdade? Com as marcas é a mesma coisa, traços de personalidade bem definidos ajudam a trazer coerência às ações da marca e dão mais credibilidade a sua promessa central”. Mas é isso que está acontecendo com uma centena de grandes, médias e pequenas. Elas mudam a comunicação a cada hora e o consumidor simplesmente perde a identidade.

Não faltam exemplos disso. As vezes, dentro de uma própria gestão. Não raro, uma campanha de varejo é totalmente diferente de uma institucional. O grande problema é que muda o Diretor de Marketing, muda a agência de publicidade, muda o ano e a marca muda. Ricardo Guimarães, da Thymus Branding, comentou sobre este fenômeno recentemente e foi direto em minha inquietação.

“Primeiro é preciso entender que a marca não é da empresa, é do mercado, é uma estrutura aberta e interage com todo o público que está dentro dela. Todo mundo pode criar e melhorar a marca, mas não pode ter um gerente e um diretor que é dono da marca. Marca é uma estrutura aberta”, enfatiza.

Problema é originário na falta de essência
O grande gap entre as mudanças está justamente na comunicação. “Não pode definir a sua identidade pela estética. Tem que ser reconhecido pelo significado e pela experiência da marca. Quando você olha para uma roupa Chanel, você vê que é Chanel, não precisa ver a etiqueta”, comenta.

Estamos falando de consistência de marca. Algo que está passando longe do dia a dia dos gestores ultimamente. Por isso, Fernando Jucá e Ricardo Jucá dedicaram atenção especial a este tema ao escrever “Independente de onde ela vai acontecer, a comunicação precisa sempre traduzir a proposta de valor da marca e ser facilmente reconhecível pelos seus consumidores. O fundamental é que as diferentes ações de comunicação se somem e se completem na cabeça do consumidor para a construção de brand equity”.

Ao falarmos de identidade, atingimos outra questão que Ricardo Guimarães comentou em nossa conversa: a essência. Se você acompanha este editorial, vai lembrar que nas duas ultimas edições enfatizamos este assunto e, agora, ao ver mais um problema, de falta de consistência na comunicação das marcas, esbarramos mais uma vez na essência da marca. É o DNA. E se o DNA está com problemas, tem que mudar tudo.

Nosso país nunca esteve na pauta global como nos últimos anos, meses e dias. Além de não ter sentido de forma intensa os efeitos da crise que assolou o mundo, tornou-se sede da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e, mais recentemente, sede das Olimpíadas de 2016. Acredito que jamais os terráqueos ouviram falar tanto do Brasil. Resumindo, estamos na moda.

Creio que todos os brasileiros nutrem o sentimento de que “agora vai”. E realmente essa é uma onda (tsunami, talvez) que alavanca o país e, se bem aproveitada, pode dar o devido impulso para que deixemos de ser apenas o futuro para ser, definitivamente, o presente.

Lógico que toda essa efervescência de acontecimentos agita críticos e entusiastas. Não dá para negar que o país tem várias carências que os investimentos nos dois eventos esportivos poderiam amortizar. Ao mesmo tempo, se aproveitada devidamente, a estrutura deixará uma herança importante para a população. Há também a possibilidade de reacender um nacionalismo há muito adormecido. Em contrapartida ainda não confiamos nas pessoas que se propõem a conduzir obras dessa grandeza. Mas há um fator muito importante que será decisivo na imagem que o país quer mostrar: a experiência da visita (experiência de marca).

“Experiência de Marca” é a percepção de valor que uma marca cria (positiva ou negativa) em qualquer ponto de contato com as pessoas, seja comunicação, ambientação, embalagem, produto, etc.

Hoje, no exterior, o Brasil até tem uma imagem um pouco melhor do que há alguns anos atrás. Mas ainda há o ranço de uma economia instável, de imigrantes ilegais, da falta de segurança, do tal jeitinho brasileiro, da corrupção, da má distribuição de renda e da antiquada visão de uma terra praticamente selvagem, até com animais nas ruas. Não podemos nos esquecer dos problemas no Pan de 2007, realizado também no Rio de Janeiro. Em minha opinião, o mais grave deles foi o atendimento médico terrível dado no Para-Pan, que culminou com a morte de um atleta argentino.

A bem pouco tempo somos vistos com mais simpatia pelo mundo (mesmo com Hollywood jogando contra em algumas vezes), a partir da estabilidade econômica, da exportação de grandes profissionais e de produtos de qualidade, das grandes empresas que atuam globalmente e, porque não, da política externa intensa.

A partir disso, vislumbramos sempre uma Copa sem problemas, com estádios em condições de abrigar jogos de alto calibre (como uma final, por exemplo) e uma disputa acirrada (somente dentro de campo) pelo campeonato do esporte mais popular do mundo. Ou ainda, em 2016, uma Olimpíada que faça jus ao esforço diário de cada um de nós brasileiros (ao pagar os altíssimos impostos), celebre o espírito esportivo com segurança, apague a imagem do Pan de 2007 e crie uma estrutura que não fique à deriva após o término das competições. Porém, muito além disso tudo, qual imagem o Brasil quer deixar para o mundo?

Mais aqui no Behance.

Vem aí o BDW09.

De 03 a 06 de novembro, na Fecomércio em SP.

Esse ano com o Brazil Design Awards, festival que é pré seleção para os internacionais Cannes e IF.

Mais aqui.

Essa mudança passou em branco aqui. Vamos reparar a gafe com a publicação tardia.

A marca dessa famosa emissora regional da Rede Globo passou por leves alterações:

Antigo

Novo

Não sou fã dessa “Hans Donnerização” q a Globo emprega em suas marcas – seja afiliadas, seja na programação. Se pensarmos no padrão dos equities, as Emissoras Pioneiras de Televisão (EPTV) está correta nessa mudança. Se pensarmos no projeto, a história muda.

Via EPTV.

Post muito bom escrito por Daniel Domeneghetti no blog da HSM. Vale tanto a pena q replico aqui.

Os gestores de Marketing, de Produtos, de Marcas, de Comunicação, de Clientes, de Relacionamento, de Internet e até de TI, por força da concorrência e por força do cliente/consumidor, serão obrigados a lidar com os conceitos 2.0 de forma mais prática e também profissional.

O novo consumidor – o cliente/consumidor 2.0 – é um usuário por definição. Mas não só de produtos, serviços, canais, sistemas e informação. Ele é, antes de tudo, um usuário da marca da empresa, de sua proposta de valor e atributos diferenciais de personalidade e posicionamento.

O usuário 2.0, que é o cliente/consumidor 2.0, é um comprador racional e comparativo que concentra suas análises na informação que coleta nas redes e comunidades que participa e consulta direta ou indiretamente, com seus pares e conhecidos (outros usuários-clientes), e também no manancial de informações disponíveis sobre a empresa/produto/serviço, seja este conteúdo, no formato em que estiver, gerado pela própria empresa (“chapa-branca”) ou por outros atores que com ela interagem e que, eventualmente, consomem seus produtos e serviços.

O consumidor 2.0 é um usuário de experiência, acima de tudo. Experiência própria e de terceiros. É, portanto, um usuário da marca da empresa. Sua relação com as marcas e com a próprio empresa e o que ela representa se transforma para uma relação não só de consumo e escolha, primordialmente, mas principalmente de uso, usofruto, utilização e experiências interativas continuadas. Pensou nisso?

A marca de carros de luxo Cadillac altera sua marca.

Uma mudança um tanto quanto sutil. Porém com ar mais contemporâneo.

Minha percepção é que ela “respira” mais.

Via BrandNew.

Via Lovely Package.

Sensacional esse produto inglês. Simples azeitonas de nome Olove (trocadilho com azeitona em inglês, Olive, e a palavra amor, Love). Embalagens e identidade visual alinhadas. Realmente envolvente. Mostra q, independente do segmento do cliente, qualidade é sempre indispensável.

Via Lovely Package.

Encontrei esse comparativo na internet por acaso. Achei legal e replico aqui.

Via Ex Vertebrum.

A Kibon, marca da Unilever, lançou seus sorvetes clássicos (Chicabon, Eskibon, Tablito e Brigadeiro) em embalagens retrô.

Como me deparei com  as embalagens no ponto de venda, não consegui mais informações sobre esse trabalho. Qualquer novidade que surgir, atualizarei o post.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Mais uma ação show de bola da Moving Brands.Ainda não tentei, mas tentarei.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Fast food (do Japão) com embalagem fantástica.

Via Lovely Package.

É frequente ver as marcas de cervejas figurando entre as mais valiosas do nosso país. Sempre que me deparo com isso coço meus olhos para ter certeza que não estou sonhando. Se por qualquer motivo essas marcas cessarem os altos (altíssimos) investimentos em propaganda (principalmente na TV), teriam muita dificuldade de manter-se no mercado.

Lembro q falo aqui sobre as marcas nacionais. No cenário internacional existem várias marcas com alto valor agregado. Como a Guiness, marca irlandesa criada em 1759 que dispensa apresentação e até hoje é sinônimo do país e de boa cerveja, e que criou também o livro dos recordes (Guiness World Record Book). Ou a americana (ou tcheca? ou abrasileirada?) mais vendida do mundo, Budweiser. Ou ainda a holandesa Heineken que, além de utilizar associação constante com esportes para se promover, ainda mantém um museu interessantíssimo q funciona em seu secular prédio de fundação, em Amsterdã e investe na concepção do Heineken Bar para difundir a experiência da marca.

Podemos perceber que, fora do Brasil, as marcas de cerveja fazem parte da história e, apesar de terem mais tempo para construir sua imagem, apostam sempre na potência e tradição de suas marcas para relacionar-se com as pessoas.

Bundas, peitos, pernas, piadinhas (muitas vezes de mal gosto) não são a base ideal para uma marca q pretende ter um relacionamento de valor com as pessoas. Gerar buzz é bom para uma ação pontual, mas não para gerar fidelidade. Porque, então, insistir em velhas (e cômodas) fórmulas?

Falando em Interbrand (e em marca já lançada), lembrei da marca Fibria – criada a partir da fusão das marcas Aracruz e VCP.

fibria

A fusão de empresas é uma tendência cada vez maior em nosso mercado q, em uma economia crescente e estável, concentra-se em grandes grupos.

Gostei muito do nome. Apesar de saber q não é unânime entre os profissionais de branding, acho q expressa muito bem o negócio da empresa.

A solução gráfica, na minha visão, ficou bem aquém do que oferecerá essa nova companhia. Era possível ousar mais nesse movimento que, por si só, já é ousado.

A rede espanhola DIA, administrada pelo Carrefour, reformulou sua marca recentemente.

Um pouco atrasado, mas vale o post.

Ganhou uma tipografia mais proprietária e mais destaque para o símbolo.

Trabalho da Interbrand.

Via Cidade dos Logos.

A famosa franquia de aluguel de automóveis alterou sua marca. Achei (muito) mais próxima.

Sumiram os ângulos retos e a sombra (ou seria outline?) datada.

Eu, q adoro tipografia, gostei muito da ligação entre as letras “rtz”.

Agora como será q ficará o decodificador? ‘Car Rental’ é gringo demais, já que vai mudar a marca.

Via Brandnew.

Mais uma idéia simples e brilhante.

Via Update or Die.

Um case antigo (abril 2009) que eu gosto muito. A Avid é uma empresa reconhecida pelos seus equipamentos para edição audiovisual.

Notem que a marca forma alguns símbolos usados nesse meio: volume para cima, para baixo, forward, play.

Antes

Antes

Depois

Depois

Via Identityworks.

O grupo que controla, entre outros negócios, a famosa cadeia de hotéis Hilton, mudou sua marca e seu decodificador tb. Antes a empresa com ranso familiar (até no nome), passa a sinalizar profissionalização ao ter como referência de seu nome a palavra “Worldwide”.

Eu prefiro sem o efeito para dar volume.

ATUALIZADO (02/10/09 às 12h20): imagem da aplicação.

Trabalho da Landor.

Via Brand New.

A Nickelodeon mudou sua marca. Uma boa mudança. Uma bela evolução.

É perceptível que a marca antiga tinha muito mais apelo visual na tela (da TV). Como o canal, hoje, abrange muito além da tela, acho muito pertinente a alteração. A única coisa q eu ainda acho ruim é o nome, que poderia adotar o apelido “Nick”.

ATUALIZAÇÃO 05/10 ÀS 16H10: MARCAS ANTIGAS DO CANAL VIA LOGOBR.

Via Brand New.

Concept design fantástico criado por Petar Pavlov da Macedônia.

No ponto de venda funciona muito bem.

Via Lovely Package.