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Londres passa por uma crise de identidade, como é possível verificar abaixo:

Por isso, resolveu fazer uma reformulação. Quem quiser participar da concorrência, mais infos aqui.

Algumas propostas aqui.

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Você foi enganado esse tempo todo e talvez nunca tenha percebido. E pior: foi enganado por você mesmo.

Segundo uma pesquisa feita por Barry Schwartz, não importa o que você faça sempre estará insatisfeito e para determinar isso ele ainda cita o paradoxo das geléias na qual duas empresas oferecem geléias, uma com 24 sabores e a outra com 6, eis que com 6 sabores vende mais, isso porque na primeira empresa sua escolha é 1 em 24 e na segunda é 1 em 6.

Outra pesquisa feita por Dan Gilbert, mostra que a grande virtude do ser humano é a capacidade de se posicionar no futuro sem nem mesmo estar lá.

Outro pesquisador Richard Lucas, fez uma pesquisa que mediu o nível de felicidade das pessoas e colocou isso em uma escala de 0-10, descobriu também que a média de nossas felicidades gira sempre em torno de 7,28.

Em um artigo que saiu na Superinteressante, o autor afirma que a felicidade é um truque e nada mais óbvio analisando as informações acima que chegar a essa conclusão uma vez que o corpo humano precisa te insatisfazer para fazer você “sair do lugar”.

Imagine o seguinte, você é um ser humano 7,28 na escala da felicidade quando você come, faz sexo, ou seja, quando você esta na base da pirâmide das necessidades seu nível de felicidade sobe, libera serotonina e dopamina fazendo seus neurotransmissores ficarem “viciados” naquela ação e isso te ajuda a sobreviver no meio. Se você fosse um ser humano nota 10 em felicidade seu corpo não teria “métodos” para te indicar o que você deve fazer, pois o método que ele usa é te deixar infeliz.

Chegamos então finalmente na seguinte questão: “Ter menos faz você poder escolher entre menos possibilidades e conseqüentemente mais feliz?”.

Se considerarmos o céu como o 10 em nível de felicidade então o cabeludinho de 2000 anos atrás tinha toda razão, “é mais facil um camelo passar no buraco de uma agulha!”.

Para o ano do centenário a alemã Audi promoveu pequenas alterações em sua marca.

Reestilizou as argolas características e modernizou a tipografia.

Sinceramente acho q com a mudança na tipografia perdeu personalidade, porém ficou mais contemporâneo.

Antigo

Antigo

Novo

Novo

Uma forma lúdica e divertida de explicar o que é tão difícil de dizer.

Não é novidade, mas muito bom.

Antigo

Novo

Novo

Uma bela atualizada. Em tempos de revisão ortográfica, retiraram o “P” do nome. Gostei da manutenção das cores – apesar dos tons não serem exatamente os mesmos.

Creio que de alguma forma, aproxima-se mais do consumidor. Principalmente agora que eles focam tbm a classe C.

Bom trabalho da Brander. Agora aguardamos a entrega.

Vivemos em uma época em que as fusões e aquisições entre empresas ocorrem a todo instante. É um caminho (quase que natural) para a consolidação do mercado. A última (?) delas é entre a VW e a Porsche, mas já assistimos Gol X Varig, Itaú X Unibanco, Perdigão X Sadia…

O que podemos perceber, principalmente no Brasil, é que ainda existe muita confusão nesse tipo de ação. O empresariado e os executivos ainda mantém o foco apenas nos ativos controláveis (como dívidas, faturamento, share…) e esquecem de uma parte (mais que) importante em qualquer processo, as pessoas.

Primeira coisa importante: uma marca é intangível, logo ela somente existe na cabeça das pessoas. E essas são os principais embaixadores (a favor ou contra) desse legado. É para eles que a marca é construída.

O que vejo hoje é que, como o negócio sobrepõe as pessoas, muitas fusões não “dão liga” pq não tiveram o devido cuidado com os colaboradores e muito menos com consumidores. O caso da Gol X Varig é um bom exemplo. Quantas vezes a gente não ouve por aí que “acabaram com minha Varig” ou que os vôos da Varig agora já tem “aeromoças de laranja servindo barrinha de cereal”. Outro caso ainda foi o impacto que a negociação da Inbev/Ambev com a Anheuser-Busch gerou na comunidade local.

Por saber da importância que todos públicos tem para que o processo de fusão ou aquisição tenha êxito e seja sustentável que eu insisto sempre na frase do pensador Confúcio: “Conte-me, e eu vou esquecer. Mostre-me, e eu vou lembrar. Envolva-me, e eu vou entender.”

Finalmente, apesar de um ano depois, o Walmart vira a chave no Brasil e lança sua nova marca para o público. Juntamente com uma nova campanha.

Apesar de ser lançada antes no exterior, no Brasil me parece muito uma resposta ao lançamento da nova marca do Pão de Açúcar.

A nova marca é um trabalho da Lippincott, de Nova York. Infelizmente não encontrei a informação sobre a campanha.

Marca antiga:

Nova identidade:

Vou utilizar o post do blog da Todeschini mesmo:

Na terça-feira, dia 7 de julho, a Todeschini apresentou ao mercado sua nova logomarca. Para construir a nova identidade visual, que a partir deste momento passa a representar a marca no Brasil e no exterior, foi percorrido um longo caminho, envolvendo profissionais das áreas de pesquisa, comunicação e design.

A mudança da logomarca faz parte de uma série de ações estratégicas iniciadas a partir do reposicionamento da Todeschini em 2004. Como consequência destas ações, uma pesquisa realizada em novembro de 2008, junto a arquitetos e consumidores em diversas capitais brasileiras, não deixou dúvidas: uma nova logomarca, que pudesse representar melhor o que a Todeschini representa hoje no mercado, ou seja, uma marca de ambientes planejados modernos e de alto padrão, seria bem-vinda.

A nova logomarca da Todeschini é resultado de uma composição que engloba cores cuidadosamente pensadas, uma tipologia exclusivamente desenhada e um símbolo forte e estrategicamente posicionado.

O preto deu lugar ao cinza chumbo, fazendo alusão à tecnologia e contemporaneidade que envolve os produtos. O vermelho foi mantido, mas em tom levemente mais escuro, transmitindo sofisticação e ao mesmo tempo proximidade.

Criou-se uma tipologia a partir de um módulo, base da qual parte cada uma das letras. Os detalhes na sua construção, como os pingos nos “is”, o espaçamento, a altura e o equilíbrio entre as linhas retas e arredondadas, promovem facilidade de leitura, reconhecimento e percepção de qualidade, além de estrutura e solidez.

O vínculo emocional aparece representado no coração, que foi mantido – afinal está no DNA da Todeschini. Contudo, o símbolo apresenta novo desenho, original e exclusivo, com traço solto e manuscrito, como se pincelado numa tela de pintura, reforçando o conceito de personalização e arte por trás dos produtos da marca. Ainda, a localização do coração na logomarca é estratégica: por ser tão próprio da Todeschini, o coração foi posicionado como expoente, literalmente sua marca registrada.

Da escolha das cores, passando pelos detalhes das letras, até a localização do coração, a nova logomarca transmite os atributos essenciais da Todeschini, como experiência, credibilidade e solidez, e imprime modernidade e sofisticação à marca.

No equilíbrio deste conjunto de elementos, a nova identidade visual da marca de fato transmite o compromisso com o design e a inovação, sempre presentes em cada novo passo da Todeschini.

Resumo sobre a nova logomarca:

A nova logomarca considera aprendizados obtidos em pesquisa de mercado e consolida o posicionamento da Todeschini:

  • Apresenta modernização na sua composição
  • Imprime sofisticação através do lettering e cores
  • Apresenta detalhes na construção como os pingos dos “is”, altura e construção exclusiva das letras, que promovem facilidade de leitura, reconhecimento e percepção de qualidade, além de estrutura e solidez
  • Mantém vínculo emocional através da presença do coração
  • Apresenta o coração como expoente e marca registrada da Todeschini
  • Promove uniquiness (o coração que é da Todeschini)
  • Abrange os conceitos de tecnologia, design, e inovação

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Apesar do post estar um mês atrasado, vale a pena mostrar.

Gostei pela iniciativa de evolução. E deu uma boa mudada do que era. O mais importante: está alinhada ao posicionamento.

Gostaria muito de saber quem fez esse trabalho.

Aplicada ficou bem bacana:

Não é novidade para ninguém que sou fã do trabalho da Tátil. Segue uma matéria q saiu na HSM Online.

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Branding 3.0

Com este novo conceito, será necessário que tenham um posicionamento coerente com o seu negócio. Entenda.

“Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. Seguindo esse pensamento, Gelli, sócio e designer da Tátil, está desenvolvendo o conceito de Branding 3.0, apresentado pela primeira vez no Festival de Cannes deste ano.

A ideia, seguindo o mesmo exemplo dado por Gelli, é criar uma “roupa” adequada à trajetória de cada empresa que busca ter em seu cartão de apresentação o selo de sustentável. “É tudo uma questão de ter coerência. Os consumidores sabem identificar quando uma empresa está realmente comprometida ou quando só está preocupada em promover seu projeto de marketing, que muitas vezes, é de fachada”, explicou Gelli.

Para melhorar o entendimento sobre o conceito de Branding 3.0, o designer citou o fato de alguns bancos se venderem como amigos do planeta, quando a maioria das pessoas sabe que as instituições financeiras, dentro do mundo capitalista, buscam ganhar o maior volume de dinheiro no menor espaço de tempo, o que nem sempre é compatível com ações sustentáveis. “No futuro, não haverá espaço para empresas que não estejam comprometidas com o meio ambiente. É preciso encontrar o caminho adequado e criar uma equação para gerar esse comprometimento, o que prevê mudanças estruturais e nos negócios. É um processo que deve ser elaborado e aplicado gradualmente”, afirmou.
Prática

O conceito, segundo Gelli, já está sendo utilizado em alguns trabalhos para clientes da Tátil, como Natura – empresa para a qual o escritório de designbranding está desenvolvendo uma nova linha de produtos, cujos detalhes ainda não podem ser divulgados –, Coca-Cola e Wal-Mart. “Quem tem que se preocupar com a Amazônia é a Natura, que utiliza os recursos naturais da floresta em seus produtos. Essa é a mentalidade que deve ser perseguida. Cada empresa deve cuidar do seu território de atuação”.

Já para a rede varejista Wal-Mart, a Tátil utilizou o conceito em duas lojas (uma em São Paulo e uma no Rio de Janeiro), de forma a utilizar uma comunicação que fala de sustentabilidade de maneira proprietária. O objetivo foi estabelecer uma ponte entre o posicionamento do Wal-Mart “Vender por menos para você viver melhor” e seus projetos sustentáveis.

A partir da criação do conceito “Bom para o seu bolso. Bom para o planeta”, a Tátil desenvolveu uma nova marca e uma estratégia de apontar para o consumidor onde estão as iniciativas sustentáveis adotadas pela loja e como elas se revertem em benefícios diretos para o consumidor. “Em ambas as lojas foi utilizada a ‘arquitetura verde’ para reduzir os custos de energia e água no local, o que vai ao encontro do negócio da rede”, diz Gelli.

Elaboração
Para aprimorar e dar sustentação ao conceito, a Tátil estabeleceu uma parceria com consultores, de diversas áreas, da Fundação Getulio Vargas (FGV). “É um projeto multidisciplinar que ajudará as empresas a encontrarem seu lugar no futuro”, explica.

Depois de o conceito do Branding 3.0 ter sido apresentado em Cannes, Gelli já abordou o tema em dois encontros realizados no Rio de Janeiro. No total, serão seis palestras neste ano. A próxima acontecerá em São Paulo, no próximo dia 18 de agosto.

Em paralelo, está sendo desenvolvido pela Tátil um projeto chamado “Bionegócios”, que busca encontrar oportunidades na própria natureza para serem oferecidas às companhias. “Os dados funcionarão como ferramenta no processo criativo. Atualmente estamos analisando os bancos de corais, sistema no qual todos os seres se relacionam de forma harmônica. Consideramos que muitas empresas podem ser representadas por elementos presentes nos corais”, explica Gelli, completando que a ideia é que a sociedade copie o modelo de negócio feito pela natureza.

O projeto acontece no momento em que a Tátil completa 20 anos. A agência é precursora do ecodesign, projeto que persegue a criação de produtos de baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial. Entre os clientes da empresa estão Coca-Cola, TIM, Philips, Nokia, Natura, P&G, Wal-Mart, Fiat, Unimed e Energisa.

Por Daniela Dahrouge
Fonte: PropMark

HSM Online
31/07/2009

Acesse aqui o site da Tátil.

Já faz um tempinho e nem comentei aqui.

Aparentemente como parte de uma ação, o Gatorade mexeu na marca e nas embalagens.

Na marca, ficou clara a busca por um ícone proprietário. Nas embalagens, tudo ficou mais limpo e anatômico.

From Brainstorm#9

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