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“84% das propagandas são desperdício de dinheiro”. (4° tweet abaixo)

wolftuíter

Por isso que se movimentam para reinventar-se.

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Fantásticas essas embalagens criadas pela Jamie Conkleton para a Otokoyama Sake. A simplidade aliada à criatividade é sempre diferencial. A facilidade que as graduações estão expostas mostra a preocupação com quem consome o produto.

O mais importante na construção de marcas.

A propaganda mostra que está se reinventando, para passar de coadjuvantes a desenvolvedores no processo de construção da marca. Que as agências de design parem de olhar para o próprio umbigo.

Indicação Rafa Campoy

Como sempre digo: a criatividade sempre faz a diferença.

Uma olhada nas caixinhas de remédio desenvolvidas pelas agências nova-iorquinas ChappsMalina e little fury para a marca Help Remedies prova isso.

From lovelypackage

Sabemos que o mercado de fast foods vem perdendo cada dia mais espaço para restaurantes que oferecem opções mais saudáveis. A Pizza Hut, que no Brasil conseguiu decolar em pouquíssimas cidades (e olhe lá), resolveu se mexer e mudar a marca. E o nome tb.

Adotou o “The Hut”, como é conhecida pelos americanos. E deixou a marca um pouco menos funny.

Eu sinceramente não gostei, porque não vejo personalidade nenhuma. Não há uma evolução ou uma busca por algo diferente. É o mais do mesmo. Além de muito americanizada.

A Apple não melhorou somente a interface do usuário com a tecnologia. Influenciou em todo mercado, incluindo a comunicação. Esses anúncios do Windows Vista são o melhor exemplo.

Muito obrigado, Apple.

Mais aqui.

O então presidente dos EUA, John F. Kennedy, sabia que ser o primeiro a levar  o homem à lua (e trazer de volta são e salvo) traria imensa notoriedade e elevaria o país a um status único. Por isso lançou o desafio.

JFK não viveu pra ver, mas o país conseguiu (?) superar o desafio e, a partir disso, fortaleceu-se na Guerra Fria, assistindo a derrocada da União Soviética – que estava muito mais avançada na corrida pelo espaço.

Vencer a disputa pelo espaço decretaria definitivamente um vencedor para a Guerra Fria. Diante desse quadro, valia tudo mesmo? Até filmar no deserto, utilizando técnicas desenvolvidas por George Lucas para Star Wars, simulando esse evento? Difícil dizer, delicioso de pensar.

O Burger King fechou patrocínio com o clube espanhol Getafe para a temporada 2009/2010 e arrumou uma maneira criativa de evitar não aparecer numa comemoração de um gol: estampou o rosto do garoto propaganda na parte de dentro da camisa. Para qualquer problema existe uma saída criativa. É só pensar.

From MMonline

O “Bradescompleto” mudou o mote de sua comunicação para “Presença”. Eu sinceramente gostava mais do outro, ou estava acostumado.

De qualquer forma, a minha percepção é que, mesmo sendo a marca mais valiosa do país segundo alguns rankings, o Bradesco ainda está muito atrás do Itaú e do Banco Real nos quesitos comunicação e marca. Outros eu não tenho como avaliar.

+infos

“Presente” é um tempo verbal que parece não ser conjugado pelas empresas. Podemos perceber que, ao contrário das gerações, elas ficaram cada vez mais retrógradas, ou melhor, estagnadas. Não conseguiram nem acompanhar uma evolução natural do mundo, e talvez até por isso paguem um preço tão alto nessa crise econômica. Como diria meu grande amigo e pensador Rafa Campoy, “a maioria das empresas são iguais há 100 anos, continuam no fordismo”. Há uma tendência de acomodação. Não no sentido de relaxamento, mas no sentido da falta de iniciativa e atitude para movimentar-se.

Na minha opinião, as pessoas são os ativos mais importantes de uma corporação. Elas que conduzem o dia a dia e criam o ambiente de trabalho. Além de ajudar a construir ou destruir a imagem da empresa quando estão fora do local de trabalho. O princípio básico do ser humano, e principalmente do brasileiro, é o mínimo esforço. Assim as pessoas tornam-se o ponto falível do negócio. E muitas vezes camuflam-se atrás de processos burocráticos.

Quando falo de uma empresa de vanguarda (moderno é coisa antiga), foge imediatamente da minha cabeça a imagem de um local com pessoas “workaholics”, ensandecidas pelos resultados e prazos. Sou fã da meritocracia. Mas da vida saudável também. Vanguarda é ser “low profile” com assertividade. É eficiência. Cozinha especializada versus “fast food”. A correria é algo ultrapassado, o que vale é ser bem feito para não perder virtudes raras hoje em dia, como a profundidade e a consistência. O povo, sábio, sempre disse que “a pressa é inimiga da perfeição”.

O trabalho é uma troca do tempo disponível pelo recurso financeiro. Essa negociação não precisa ser necessariamente tortuosa. Pelo contrário, tem que ser prazerosa. E quando existe uma causa para abraçar sempre é. A marca tem que ser o catalisador dessa causa. Deve potencializar os esforços da empresa para alcançar seus objetivos.

Transformar seu colaborador em embaixador de sua causa é ter muito mais que apenas pessoas que funcionam (funcionários) na rotina diária, é ter sempre uma equipe remando vigorosamente na mesma direção, em busca dos triunfos.

Dá pra ser eficiente com tranqüilidade. Dá pra ser dinâmico e assertivo em um ambiente saudável. Dá pra gerar resultados e viver a vida. É possível proporcionar ao colaborador um motivo para acordar cedo e trabalhar com satisfação.

Falamos muito que é necessário envolver o cliente, fidelizar o consumidor, entre outros jargões. Só que tem empresa que leva isso ao pé da letra. A Drograria São Paulo, que já colocou o público como co-criadores de produtos e serviços, convida agora as pessoas para indicar onde você deseja que a rede inaugure um ponto de venda. Eu, que adoro a campanha “Caminhos de São Paulo”, tenho minhas dúvidas de como será essa entrega.

Drogaria São Paulo

É com alegria que vejo um artigo meu publicado. Só não sei onde. Quem souber, por favor, me avise.

Artigo publicado

Agradeço a lembrança dos amigos Lincoln e Raquel.

Acho muito bom quando as empresas se mexem. Em tempos pós modernos, o que podemos ver são empresas extremamente conservadoras (salvo algumas raras exceções).

O Pão de Açúcar, que já havia mudado seu posicionamento de comunicação, agora altera sua marca. Acho ótimo pelo movimento, apesar de uma alteração um tanto sutil – mas até q ponto dava pra mudar muito sem perder a essência?

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